Um estudo descobriu que a zona erótica da mulher é um mito. O ponto "G" foi descoberto em 1950, no entanto a pesquisa afirmou que ele não existe. Os cientistas analisaram mais de 100 estudos publicados durante seis décadas e não encontraram qualquer evidência que provasse a existência do ponto. As informações são do The Sun.
Durante anos, homens e mulheres foram induzidos a procurar o ponto "G", com orientações profissionais e artigos que buscavam provocar o ápice do prazer na mulher ao encontrar a região certa. As próprias mulheres davam indicações aos homens para que eles chegassem ao tal ponto.
Segundo o jornal, existem pontos em que a mulher sente mais prazer, no entanto, nada como o mítico ponto "G" que muitos homens e mulheres buscam encontrar sem sucesso.
Segundo cientistas, não há evidência que a zona erótica da mulher exista
Primeiro passo - reconheça o inimigo: antes de sair tirando conclusões precipitadas, é bom saber reconhecer os limites que separam uma relação saudável de uma baseada em segundas intenções
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Sinais mais comuns: de um modo geral, a ex namorada que não consegue superar o fim da relação acaba tendo comportamentos que podem prejudicar o atual casal. "Provoca situações em que possa encontrar o ex 'coincidentemente', procura saber notícias dele por amigos em comum, checa suas atividades nas redes sociais para não perder nada de seus movimentos e novos relacionamentos, e pode ficar mandando mensagens ou mesmo ligando para ele com o intuito de marcar presença"
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Quando a ex se torna amiga: existem casos em que ex-casais se tornam verdadeiros amigos e, sendo assim, o ideal é ter tolerância para lidar com essa convivência de maneira pacífica. De acordo com Marina, "tudo que for resolvido às claras pode ser tranquilamente aceitável, desde que dentro do bom senso"
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Conviver é preciso: para a psicóloga Viviane, não é preciso forçar uma amizade ou conversa com ex. "A ex não precisa ser amiga", explica. No entanto, uma convivência harmônica é necessário para que ninguém se sinta desconfortável e, sendo assim, a sinceridade deve prevalece
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Quando ele facilita a intimidade: antenas ligadas também para notar se o seu parceiro não está sendo permissivo com essa invasão da ex nos relacionamento de vocês. "Às vezes, por medo de brigas, o parceiro acaba facilitando a proximidade. Se perceber exagero, converse e pergunte. Não vá apenas pela aparência", indica especialista
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Amizade com ex tem limite: em nome de um relacionamento sólido, a convivência com a ex pode ser em alguns casos tolerável, mas as especialistas avisam: a proximidade deve ter limite. De acordo com Marina, aquela ex que liga várias vezes todos os dias, para falar sobre tudo, como se ainda compartilhassem uma vida de casal, pode representar problema. Além disso, tentar se fazer muito presente é outro sinal de alerta
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Quando há filhos na jogada : quando o relacionamento deixou filhos, não há o que fazer: a convivência vai acontecer naturalmente. "Há casais que se separam e conseguem conviver tranquilamente entre si, inclusive entrosando os novos companheiros. Esse é o modelo ideal de separação, que evita mal estar e o sofrimento dos filhos, permitindo livre acesso de ambos ao telefone ou pessoalmente a qualquer momento", explica Marina
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Redes sociais - não surte: se a ex é do tipo que vigia cada passo que seu atual parceiro dá nas redes sociais, comenta fotos ou o provoca com indiretas, o melhor a se fazer é respirar fundo e superar. A psicóloga Viviane dá a dica. "Todos têm o direito de escrever o que quiser. Mas você tem o dever de cuidar bem de você mesma", explica
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Diálogo sempre: de acordo com as especialistas ouvidas, a maioria dos problemas relacionados às ex podem ser resolvidos na base do diálogo e do respeito. "As conversas devem ser francas e, se possível, até na frente da parceira atual para que ela não tenha qualquer dúvida a respeito dos sentimentos de seu parceiro", indica Marina
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Na ficção, Chiara (Helena Ranaldi) chegou para atrapalhar a vida de Letícia (Tânia Khallil) e Juan Guilherme (Carlos Casagrande), na novela global Fina Estampa; em alguns casos, a ex pode desestabilizar a relação