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Monja Coen defende a leitura como caminho de equilíbrio emocional e transformação social

Em palestra no Seminário Internacional Biblioteca Viva, a líder espiritual falará sobre o poder dos livros como prática de autoconhecimento, diálogo e cidadania

18 set 2025 - 16h25
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"A leitura não muda o mundo, mas muda as pessoas, e são elas que mudam o mundo". A afirmação de Monja Coen, parafraseando Paulo Freire, sintetiza sua visão sobre o poder dos livros na vida contemporânea. Para ela, ler é abrir portais de percepção, mergulhar no conhecimento e na arte, ativar dúvidas, encontrar respostas e descobrir novas maneiras de viver.

Monja Coen fala sobre a importância da leitura para equilíbrio de emoções e transformação social; saiba mais sobre seminário
Monja Coen fala sobre a importância da leitura para equilíbrio de emoções e transformação social; saiba mais sobre seminário
Foto: Reprodução/Instagram / Bons Fluidos

"Conhecer a si é conhecer a vida. Estamos todos interligados e interconectados. Ao ler, podemos desvendar os mistérios da mente humana e descobrir possíveis soluções para os desafios da sociedade", afirma. Ela lembra que a leitura permite dialogar com culturas, tempos e realidades diferentes, e que esse contato é capaz de ampliar horizontes e despertar a consciência. "Ler é conversar com pessoas de outros países, de outras culturas e olhares, que facilitam abrir novos horizontes e descobrir a beleza da vida em suas múltiplas formas".

Seminário fala sobre importância da leitura

Esse será também o eixo de sua participação no 16º Seminário Internacional Biblioteca Viva, que acontece entre 23 e 25 de setembro, em São Paulo. Nele, Monja fará uma palestra sobre leitura, autoconhecimento e transformação social. Gratuito e aberto ao público, o evento reunirá especialistas do Brasil e do exterior, entre eles convidados da Alemanha, Canadá e México, para debater o papel das bibliotecas sociais como espaços de cidadania, ação e impacto. As inscrições já estão abertas em www.bibliotecaviva.org.br.

Para Coen, a leitura é também uma prática espiritual. Em suas palavras, cada página pode se tornar uma forma de meditar em movimento: "É obter respostas e ativar nossas dúvidas. É ter a capacidade de descobrir novas maneiras de viver e de estar no mundo. Que possamos mudar o mundo para maior inclusão, respeito e amorosidade."

Democratização da leitura

Monja também ressalta a importância de enxergarmos as bibliotecas como espaços vivos. "A biblioteca não é apenas um local para guardar livros. Deve ser um lugar de encontro de culturas e pensamentos, de debates e diálogos. O saber não pode ficar guardado, precisa ser compartilhado, comentado, transformado em assunto de conversas, em apresentações teatrais, musicais e artísticas". Para ela, bibliotecas são locais comparáveis a templos, terreiros ou sinagogas, lugares sagrados onde o conhecimento circula de geração em geração.

Esse olhar se conecta ao que já acontece no Brasil: clubes de leitura em presídios, iniciativas que conectam literatura, tecnologia e diversidade, além de projetos que transformam bibliotecas em polos de convivência comunitária. Para Coen, todos esses movimentos apontam para a mesma direção: ler e compartilhar conhecimento é um ato coletivo de cidadania.

No fundo, sua mensagem é simples e poderosa: a leitura muda cada pessoa que a pratica. E são essas pessoas, mais conscientes e conectadas, que têm o poder de transformar a sociedade. O 16º Seminário Internacional Biblioteca Viva é uma oportunidade gratuita e aberta ao público para aprofundar essa reflexão e participar de debates relevantes sobre o papel das bibliotecas na transformação social.

Sobre o Seminário

O 16º Seminário Internacional Biblioteca Viva é realizado pela Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, por meio do SisEB - Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas, com gestão da SP Leituras. A programação inclui palestras, mesas-redondas, cursos e atividades em diferentes pontos da cidade. O evento é patrocinado pela Odilo, com parceria do Goethe-Institut São Paulo, do Escritório do Québec em São Paulo e do Centro da Francofonia das Américas, além do apoio institucional de entidades culturais, educacionais e sociais.

*Fonte: Taís Lopes e Data Studio Comunicação

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