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Hiperidrose intensa: entenda condição de Suzanna Freitas

Suzanna Freitas falou nas redes sociais sobre a hiperidrose, condição que provoca suor excessivo e pode interferir em atividades simples do dia a dia

8 mar 2026 - 12h09
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A influenciadora Suzanna Freitas, de 25 anos, filha da cantora Kelly Key, abriu recentemente um diálogo importante nas redes sociais ao falar sobre uma condição que acompanha sua vida desde a infância: a hiperidrose. Em uma publicação no Instagram, ela contou como o suor excessivo interfere em situações simples do dia a dia - desde cumprimentar alguém até escolher o tipo de calçado para sair de casa.

Suzanna Freitas revelou conviver com hiperidrose, condição que causa suor excessivo; entenda os sintomas, causas e tratamentos
Suzanna Freitas revelou conviver com hiperidrose, condição que causa suor excessivo; entenda os sintomas, causas e tratamentos
Foto: Reprodução/Instagram / Bons Fluidos

Ao responder perguntas de seguidores, Suzanna descreveu como o problema se manifesta principalmente nas mãos e nos pés. "Sofro muito com isso. Tenho uma hiperidrose intensa nas mãos e nos pés. Nas mãos é até menos do que nos pés. É muito complicado usar chinelo e não é todo dia de sapato com que me sinto segura. Eu tenho isso desde que me conheço por gente, então estou meio acostumada", contou.

Ela também relembrou situações da infância em que a condição se tornava ainda mais evidente, especialmente em momentos que exigiam concentração, como provas na escola. "Em época de escola era terrível porque, fazendo prova, [o suor] pingava. Era caótico! Até hoje não gosto muito de dar a mão... é assim que eu lido, aceitando", refletiu.

O que é hiperidrose?

A hiperidrose é caracterizada pela produção excessiva de suor em determinadas regiões do corpo, como axilas, mãos, pés ou rosto, mesmo quando não há calor intenso, esforço físico ou outros fatores que normalmente estimulam a transpiração.

Esse quadro acontece quando as glândulas responsáveis pela produção de suor se tornam hiperativas. Em muitos casos, existe predisposição genética - ou seja, outras pessoas da família também podem apresentar o problema. Alterações hormonais e fatores emocionais, como ansiedade ou estresse, também podem influenciar a intensidade dos sintomas.

Embora o suor seja um mecanismo natural do organismo para regular a temperatura corporal, na hiperidrose ele ocorre de forma exagerada e sem uma causa aparente.

Quando o suor interfere na rotina

Entre os sinais mais comuns da hiperidrose estão episódios frequentes de transpiração intensa que persistem por meses e surgem mesmo em repouso. Geralmente, o suor aparece de forma semelhante em ambos os lados do corpo e pode ocorrer ao menos uma vez por semana.

Outro aspecto importante é o impacto na vida cotidiana. Muitas pessoas relatam dificuldades em atividades simples, como escrever, segurar objetos, usar determinados tipos de calçados ou até cumprimentar alguém com um aperto de mãos.

Na maioria das vezes, os sintomas começam ainda na juventude, antes dos 25 anos, e podem afetar diferentes regiões do corpo - sendo mais frequentes nas palmas das mãos, nas solas dos pés, nas axilas e no rosto.

Quando procurar orientação médica

Apesar de geralmente não estar associada a doenças graves, a hiperidrose pode trazer desconforto físico e emocional. Por isso, o ideal é procurar avaliação de um dermatologista ou clínico geral para confirmar o diagnóstico e discutir possíveis tratamentos.

A investigação costuma incluir análise dos sintomas, histórico familiar e exame físico. A partir daí, o profissional pode indicar diferentes abordagens terapêuticas, dependendo da intensidade do quadro.

Entre as opções estão desodorantes antitranspirantes específicos, cremes medicamentosos, procedimentos com toxina botulínica (botox) e, em casos mais persistentes, tratamentos cirúrgicos. Essas alternativas ajudam a reduzir a produção de suor e podem melhorar significativamente a qualidade de vida.

Falar sobre o tema também ajuda

Ao compartilhar sua experiência, Suzanna Freitas acabou trazendo visibilidade para uma condição que muitas pessoas vivem em silêncio. A hiperidrose pode gerar constrangimento ou insegurança, mas discutir o tema de forma aberta ajuda a ampliar a informação e reduzir o estigma.

Com orientação adequada e acompanhamento médico, é possível encontrar caminhos para lidar melhor com o problema - e lembrar que o cuidado com o corpo também passa por compreender as particularidades de cada organismo.

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