Os homossexuais que demonstram publicamente sua orientação sexual são muito mais estressados do que aqueles que não o fazem, afirmaram cientistas do Centro de Estudos sobre o Estresse Humano (CESH), instituto afiliado à Universidade de Montreal.
Homossexuais que demonstram publicamente sua orientação sexual são muito mais estressados do que aqueles que não o fazem, diz estudo
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O estudo, publicado esta terça-feira (29) na revista Psychosomatic Medicine, destaca "o papel positivo da autoaceitação e da comunicação sobre saúde e bem-estar das minorias sexuais", afirmou um dos pesquisadores, o doutor Nathan Smith Grant.
A equipe do hospital Louis-H. Lafontaine avaliou o nível de cortisol, hormônio do estresse, e outros 20 biomarcadores como níveis de insulina, açúcar, colesterol, pressão arterial e adrenalina.
"Ao contrário do que esperávamos, os homens gays e bissexuais tinham menos sintomas depressivos e menor carga alostática (uma medida de tensão corporal) do que os homens heterossexuais", disse o autor principal do estudo, Robert-Paul Juster.
"As lésbicas, os homens gays e os bissexuais que se abriram para a família e os amigos tinham níveis menores de sintomas depressivos e níveis menores de cortisol matutinos" do que aqueles que não revelaram sua orientação sexual, acrescentou.
Para o estudo, um total de 87 homens e mulheres, entre eles 46 homossexuais e bissexuais e 41 heterossexuais - todos em torno dos 25 anos - se submeteram a vários exames e análises.
"O fato de revelar a homossexualidade ou a bissexualidade pode ser benéfico para a saúde quando as políticas sociais são de tolerância e facilitam o processo de divulgação", disse Juster.
"Assumir publicamente a orientação sexual não é mais só uma questão de debate popular, mas uma questão de saúde pública. No âmbito internacional, as sociedades devem se esforçar por facilitar esta autoaceitação, promovendo a tolerância, avançando nas políticas e acabando com o estigma de todas as minorias", avaliou.
Questionado pela AFP sobre o fato de a amostra ser tão reduzida, Juster considerou que era "respeitável".
As pesqusias neurológicas, explicou, com frequência de baseiam em amostras muito menores, mas que são objeto de uma análise extensa e cuidadosa, diferente das pesquisas epidemiológicas, realizadas em amostras muito maiores mas com base em questionários que dão pouca precisão sobre a situação dos entrevistados.
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