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Brasil é o 7º país mais feliz do mundo, mas situação financeira é maior causa de tristeza, diz estudo

De acordo com o levantamento, logo após as finanças, fatores como saúde mental e bem-estar também afetam os brasileiros

20 mar 2026 - 17h02
(atualizado às 17h54)
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Brasil está entre os países mais felizes do mundo, mas situação financeira é a principal causa de infelicidade, aponta estudo
Brasil está entre os países mais felizes do mundo, mas situação financeira é a principal causa de infelicidade, aponta estudo
Foto: DRAKULA IMAGES / Getty Images

Cerca de 80% dos brasileiros se declaram felizes, segundo o índice anual de felicidade do Instituto Ipsos, divulgado nesta quinta-feira, 19. No ranking global, o Brasil aparece em 7º lugar, enquanto Indonésia (85%) e Holanda (84%) lideram a lista.

Segundo o estudo, para os brasileiros, sentir-se amado é o fator que mais contribui para a felicidade, representando 34% das respostas. Na sequência, estão a saúde física e mental (31%), o relacionamento com a família e filhos (29%) e a fé (22% — o maior índice entre todos os países pesquisados nesse quesito).

Em contrapartida, a principal causa de infelicidade é a situação financeira. Pelo menos 54% dos entrevistados apontaram que a falta de dinheiro os deixa infelizes, dado alinhado à média global de 57%. Em segundo lugar, aparecem a falta de saúde mental e bem-estar (37%) e a situação habitacional ou condições de vida (27%).

Internacionalmente, a reflexão também segue a mesma linha: a correlação entre renda e bem-estar caminha de mãos dadas com a satisfação pessoal. De acordo com a pesquisa, pessoas com renda mais alta tendem a ser mais felizes (79%) do que as de renda mais baixa (67%).

Felicidade começa alta na juventude, mas oscila na fase adulta

Felicidade começa alta na juventude, mas oscila na fase adulta
Felicidade começa alta na juventude, mas oscila na fase adulta
Foto: Reprodução/Unsplash

O levantamento também mapeou a percepção de felicidade a partir da idade dos entrevistados. Segundo o estudo, a felicidade começa alta na juventude, diminui por volta dos 50 anos e volta a atingir seu pico após os 70 anos.

No Brasil, a soma daqueles que se dizem "muito felizes" e "bastante felizes" entre os 50 e 74 anos é de 82%, a maior média por faixa etária. A Geração Z (nascidos entre meados dos anos 1990 e início dos 2010), por outro lado, é a que mais afirma estar “nada feliz” (6%).

“Vemos uma consistência nas gerações mais velhas exibindo maior grau de felicidade do que as mais jovens. Além disso, há uma ênfase duradoura na “família”, na “saúde” e no “amor” como principais motores de felicidade entre os brasileiros, comenta Lucymara Andrade, Diretora de pesquisas de marca na Ipsos.

Para obter os resultados, a pesquisa foi realizada em 29 países, via plataformas online, entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026. Foram entrevistados mais de 20 mil adultos com idades entre 16 e 74 anos.

A precisão das pesquisas on-line da Ipsos é calculada usando um intervalo de credibilidade, sendo que uma pesquisa com N=1.000 tem uma margem de erro de +/- 3,5 pontos percentuais e uma pesquisa com N=500 tem uma margem de erro de +/- 5,0 pontos percentuais.

Fonte: Portal Terra
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