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Como escolher a mesa de cabeceira ideal para o seu quarto

Móvel oferece apoio para o dormitório e, com os cuidados certos, se torna figura central na decoração do ambiente Extremamente versátil, a mesa de cabeceira pode acompanhar a linguagem da cama e do restante do quarto ou assumir o papel de elemento de destaque na composição. Além de oferecer apoio aos moradores, contribui para criar […]

2 set 2026 - 14h04
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Resumo
A mesa de cabeceira une funcionalidade e estilo ao quarto, exigindo atenção às proporções para não comprometer a circulação. A arquiteta Jociane Mendes recomenda que a altura do móvel acompanhe a do colchão e sugere medidas mínimas de 40 cm de largura e 30 cm de profundidade. Em imóveis compactos, a marcenaria sob medida, opções suspensas, nichos ou o uso de apenas uma peça otimizam o espaço com personalização e praticidade, priorizando a dinâmica e o conforto do dormitório antes da simetria visual.

Móvel oferece apoio para o dormitório e, com os cuidados certos, se torna figura central na decoração do ambiente

Extremamente versátil, a mesa de cabeceira pode acompanhar a linguagem da cama e do restante do quarto ou assumir o papel de elemento de destaque na composição. Além de oferecer apoio aos moradores, contribui para criar uma atmosfera mais acolhedora e confortável. Também atemporal, a peça atravessou décadas incorporando novos desenhos, materiais e proporções, sem jamais perder seu lugar no quarto.

Para a arquiteta Jociane Mendes, ganharam ainda mais importância dentro dos projetos de interiores. Especialmente com o aumento de imóveis compactos que precisam de elementos que sejam tanto funcionais como decorativos. "Hoje, encontramos bastante mesas mais leves, com pés metálicos ou de madeira, modelos suspensos, peças com gavetas e até opções mais orgânicas, com desenhos arredondados", observa a profissional sobre as tendências de mercado no segmento de móveis.

Ela enfatiza também que na busca por uma peça estilosa, o mais importante é analisar se ela conversa com a proposta do quarto e, principalmente, se tem uma proporção adequada em relação à cama.

"Uma mesa de cabeceira com aproximadamente 40 cm de largura e 30 cm de profundidade já consegue atender bem às necessidades básicas", analisa a arquiteta. Afinal, móveis muito profundos ou largos demais podem comprometer a circulação.

A altura também merece atenção. O ideal é que a mesa de cabeceira fique alinhada à altura do colchão, garantindo mais conforto e praticidade no uso cotidiano. A proporção facilita o acesso a objetos que fazem parte da rotina, como celular, livro, abajur ou um simples copo d'água.

Marcenaria sob medida como aliada!

Para quem busca uma maneira de personalizar o móvel e conseguir extrair o máximo de sua potencialidade, a marcenaria sob medida é uma grande aliada. Principalmente porque permite adaptar a mesa de cabeceira exatamente às necessidades daquele quarto.

"Podemos criar uma mesa integrada à cabeceira, fazer um modelo suspenso ou desenvolver um móvel que tenha outras funções além do apoio lateral", exemplifica Jociane. Em um quarto com medidas reduzidas, como os estúdios, essas alternativas fazem muita diferença no aproveitamento de espaços.

Mimetizado à cabeceira ripada, essa mesa de cabeceira ganha um efeito tridimensional no ambiente. Isso otimiza espaço por ficar suspensa do piso | Projeto: ResiliArt Arquitetura | Fotos: Kelly Queiroz
Mimetizado à cabeceira ripada, essa mesa de cabeceira ganha um efeito tridimensional no ambiente. Isso otimiza espaço por ficar suspensa do piso | Projeto: ResiliArt Arquitetura | Fotos: Kelly Queiroz
Foto: Revista Malu

Além disso, com a marcenaria e um projeto personalizado para o dormitório, é possível esconder tomadas, criar passagens para cabos, incorporar iluminação e até desenvolver gavetas ou nichos específicos para aquilo que o morador realmente precisa naquele espaço.

Com a intensidade do azul profundo, a mesa de cabeceira (usada em apenas um dos lados do dormitório a fim de liberar área de circulação) recebeu o mesmo tecido que reveste a cabeceira. Com um compartimento amplo e fechado, o móvel oferece espaço de armazenamento. | Projeto: ResiliArt Arquitetura | Fotos: Kelly Queiroz
Com a intensidade do azul profundo, a mesa de cabeceira (usada em apenas um dos lados do dormitório a fim de liberar área de circulação) recebeu o mesmo tecido que reveste a cabeceira. Com um compartimento amplo e fechado, o móvel oferece espaço de armazenamento. | Projeto: ResiliArt Arquitetura | Fotos: Kelly Queiroz
Foto: Revista Malu

Outra dúvida recorrente, especialmente em imóveis compactos, como flats, estúdios e lofts, é a necessidade de instalar uma mesa de cabeceira em ambos os lados da cama. Segundo a arquiteta da ResiliArt, a composição dupla favorece o equilíbrio visual e a simetria, mas está longe de ser uma regra. "Em quartos menores, muitas vezes é mais interessante preservar a circulação e optar por uma única mesa", explica Jociane. A escolha, portanto, deve considerar não apenas a estética, mas também as dimensões e a dinâmica de uso do ambiente.

Alternativas para a mesa de cabeceira!

Para ambientes pequenos é importante contar com soluções que ocupem pouco espaço e, ao mesmo tempo, mantenham a funcionalidade de uma mesa de cabeceira, como nichos, prateleiras suspensas, móveis soltos ou até mesmo uma marcenaria contínua que englobe mais de um móvel. "Mais do que pensar na mesa de cabeceira como um móvel isolado, é importante pensar nela como parte da composição e da funcionalidade do quarto", finaliza a profissional.

Neste dormitório, a mesa de cabeceira assume uma função que vai além do apoio à cama: sua marcenaria se prolonga para criar uma estação de trabalho e estudos, conectando-se visualmente à cabeceira, à cama e ao armário da cozinha. Assim, o móvel deixa de ser um elemento isolado e passa a integrar a arquitetura do ambiente | Projeto: ResiliArt Arquitetura | Fotos: Erika Waldmann
Neste dormitório, a mesa de cabeceira assume uma função que vai além do apoio à cama: sua marcenaria se prolonga para criar uma estação de trabalho e estudos, conectando-se visualmente à cabeceira, à cama e ao armário da cozinha. Assim, o móvel deixa de ser um elemento isolado e passa a integrar a arquitetura do ambiente | Projeto: ResiliArt Arquitetura | Fotos: Erika Waldmann
Foto: Revista Malu
Aproveitando o espaço da própria cabeceira, o escritório ResiliArt propôs um recuo interessante para itens decorativos, livros e até luminárias de apoio, tudo isso conectado à marcenaria do roupeiro. | Projeto: ResiliArt Arquitetura |
Aproveitando o espaço da própria cabeceira, o escritório ResiliArt propôs um recuo interessante para itens decorativos, livros e até luminárias de apoio, tudo isso conectado à marcenaria do roupeiro. | Projeto: ResiliArt Arquitetura |
Foto: Kelly Queiroz / Revista Malu
Mesas soltas também executam bem a função de oferecer apoio para o dormitório, além da facilidade de locomoção da peça. É ideal para imóveis alugados | Projeto: ResiliArt Arquitetura | FOTOS: Kelly Queiroz
Mesas soltas também executam bem a função de oferecer apoio para o dormitório, além da facilidade de locomoção da peça. É ideal para imóveis alugados | Projeto: ResiliArt Arquitetura | FOTOS: Kelly Queiroz
Foto: Revista Malu
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