Como escolher a mesa de cabeceira ideal para o seu quarto
Móvel oferece apoio para o dormitório e, com os cuidados certos, se torna figura central na decoração do ambiente Extremamente versátil, a mesa de cabeceira pode acompanhar a linguagem da cama e do restante do quarto ou assumir o papel de elemento de destaque na composição. Além de oferecer apoio aos moradores, contribui para criar […]
A mesa de cabeceira une funcionalidade e estilo ao quarto, exigindo atenção às proporções para não comprometer a circulação. A arquiteta Jociane Mendes recomenda que a altura do móvel acompanhe a do colchão e sugere medidas mínimas de 40 cm de largura e 30 cm de profundidade. Em imóveis compactos, a marcenaria sob medida, opções suspensas, nichos ou o uso de apenas uma peça otimizam o espaço com personalização e praticidade, priorizando a dinâmica e o conforto do dormitório antes da simetria visual.
Móvel oferece apoio para o dormitório e, com os cuidados certos, se torna figura central na decoração do ambiente
Extremamente versátil, a mesa de cabeceira pode acompanhar a linguagem da cama e do restante do quarto ou assumir o papel de elemento de destaque na composição. Além de oferecer apoio aos moradores, contribui para criar uma atmosfera mais acolhedora e confortável. Também atemporal, a peça atravessou décadas incorporando novos desenhos, materiais e proporções, sem jamais perder seu lugar no quarto.
Para a arquiteta Jociane Mendes, ganharam ainda mais importância dentro dos projetos de interiores. Especialmente com o aumento de imóveis compactos que precisam de elementos que sejam tanto funcionais como decorativos. "Hoje, encontramos bastante mesas mais leves, com pés metálicos ou de madeira, modelos suspensos, peças com gavetas e até opções mais orgânicas, com desenhos arredondados", observa a profissional sobre as tendências de mercado no segmento de móveis.
Ela enfatiza também que na busca por uma peça estilosa, o mais importante é analisar se ela conversa com a proposta do quarto e, principalmente, se tem uma proporção adequada em relação à cama.
"Uma mesa de cabeceira com aproximadamente 40 cm de largura e 30 cm de profundidade já consegue atender bem às necessidades básicas", analisa a arquiteta. Afinal, móveis muito profundos ou largos demais podem comprometer a circulação.
A altura também merece atenção. O ideal é que a mesa de cabeceira fique alinhada à altura do colchão, garantindo mais conforto e praticidade no uso cotidiano. A proporção facilita o acesso a objetos que fazem parte da rotina, como celular, livro, abajur ou um simples copo d'água.
Marcenaria sob medida como aliada!
Para quem busca uma maneira de personalizar o móvel e conseguir extrair o máximo de sua potencialidade, a marcenaria sob medida é uma grande aliada. Principalmente porque permite adaptar a mesa de cabeceira exatamente às necessidades daquele quarto.
"Podemos criar uma mesa integrada à cabeceira, fazer um modelo suspenso ou desenvolver um móvel que tenha outras funções além do apoio lateral", exemplifica Jociane. Em um quarto com medidas reduzidas, como os estúdios, essas alternativas fazem muita diferença no aproveitamento de espaços.
Além disso, com a marcenaria e um projeto personalizado para o dormitório, é possível esconder tomadas, criar passagens para cabos, incorporar iluminação e até desenvolver gavetas ou nichos específicos para aquilo que o morador realmente precisa naquele espaço.
Outra dúvida recorrente, especialmente em imóveis compactos, como flats, estúdios e lofts, é a necessidade de instalar uma mesa de cabeceira em ambos os lados da cama. Segundo a arquiteta da ResiliArt, a composição dupla favorece o equilíbrio visual e a simetria, mas está longe de ser uma regra. "Em quartos menores, muitas vezes é mais interessante preservar a circulação e optar por uma única mesa", explica Jociane. A escolha, portanto, deve considerar não apenas a estética, mas também as dimensões e a dinâmica de uso do ambiente.
Alternativas para a mesa de cabeceira!
Para ambientes pequenos é importante contar com soluções que ocupem pouco espaço e, ao mesmo tempo, mantenham a funcionalidade de uma mesa de cabeceira, como nichos, prateleiras suspensas, móveis soltos ou até mesmo uma marcenaria contínua que englobe mais de um móvel. "Mais do que pensar na mesa de cabeceira como um móvel isolado, é importante pensar nela como parte da composição e da funcionalidade do quarto", finaliza a profissional.
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