WikiLeaks se prepara para virar grife e abrir lojas na Índia
Organização sem fins lucrativos busca arrecadar fundos a partir da nova marca
A WikiLeaks poderia, em breve, ser reconhecida como mais uma marca de moda? Embora entrar na concorrência com a Chanel ou a Prada não esteja nos planos, a organização sem fins lucrativos – que publica informações secretas que julga de interesse público – planeja abrir lojas na Índia como parte de um esforço global para arrecadar fundos. As informações são do site da edição britânica da Vogue.
Olafur Vignir Sigurvinsson, representante da WikiLeaks na Islândia, afirma que a Índia é um dos países em que há maior conscientização sobre a organização e que Julian Assange, fundador da WikiLeaks, está empolgado com a ideia.
Ela acrescenta que a monetização da marca irá ajudar a arrecadar fundos para a empresa que, assim como a Wikipedia, sobrevive de doações. “Estamos procurando por parceiros na Índia, que possam gerenciar a propriedade e traduzir isso em varejo e comércio eletrônico.”
A organização já vende produtos selecionados, como camisetas com slogans como ‘Designados Inimigos do Estado’ ou ‘Ao tornar-se contíua, a guerra deixou de existir’, que custam mais de US$ 100.
Este não é o primeiro flerte de Assange com a moda. Em junho, ele disse que estava se preparando para uma parceria com o estilista Ben Westwood, filho de Vivienne Westwood, mas teve que declinar por problemas de saúde.
Looks do público na semana de moda de