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WikiLeaks se prepara para virar grife e abrir lojas na Índia

Organização sem fins lucrativos busca arrecadar fundos a partir da nova marca

14 out 2014 - 13h36
(atualizado às 14h04)
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<p>Julian Assange, fundador da WikiLeaks, já teve 'flerte' anterior com mundo da moda</p>
Julian Assange, fundador da WikiLeaks, já teve 'flerte' anterior com mundo da moda
Foto: Getty Images

A WikiLeaks poderia, em breve, ser reconhecida como mais uma marca de moda? Embora entrar na concorrência com a Chanel ou a Prada não esteja nos planos, a organização sem fins lucrativos – que publica informações secretas que julga de interesse público – planeja abrir lojas na Índia como parte de um esforço global para arrecadar fundos. As informações são do site da edição britânica da Vogue.

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Olafur Vignir Sigurvinsson, representante da WikiLeaks na Islândia, afirma que a Índia é um dos países em que há maior conscientização sobre a organização e que Julian Assange, fundador da WikiLeaks, está empolgado com a ideia.

Ela acrescenta que a monetização da marca irá ajudar a arrecadar fundos para a empresa que, assim como a Wikipedia, sobrevive de doações. “Estamos procurando por parceiros na Índia, que possam gerenciar a propriedade e traduzir isso em varejo e comércio eletrônico.”

A organização já vende produtos selecionados, como camisetas com slogans como ‘Designados Inimigos do Estado’ ou ‘Ao tornar-se contíua, a guerra deixou de existir’, que custam mais de US$ 100.

Este não é o primeiro flerte de Assange com a moda. Em junho, ele disse que estava se preparando para uma parceria com o estilista Ben Westwood, filho de Vivienne Westwood, mas teve que declinar por problemas de saúde. 

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Fonte: Terra
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