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Grace Kelly é ícone fashion após 30 anos de morte; veja looks

14 set 2012 - 13h42
(atualizado às 13h42)
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Há 30 anos, morria a protagonista, na vida real, de um conto de fadas: a Princesa Grace de Mônaco, ou Grace Kelly, durante o período em que foi atriz, ou Grace Patricia Kelly, nome que recebeu quando nasceu, em 12 de novembro de 1929, na Filadélfia. Com uma curta carreira no cinema, de 1951 (em Quatorze Horas, dirigido por Henry Hathaway) até Alta Sociedade, em 1956 (de Charles Walters), mais do que os 11 filmes em que trabalhou, com atuações que lhe valeram Oscar e Globos de Ouro, a atriz americana deixou um legado fashion ímpar de difícil comparação com outras celebridades, mesmo porque passou de plebeia à princesa sem nunca mudar seu elegante, clássico e atemporal estilo de se vestir.

A atriz americana deixou um legado fashion ímpar, de difícil comparação com outras celebridades
A atriz americana deixou um legado fashion ímpar, de difícil comparação com outras celebridades
Foto: Getty Images

Dentro e fora das telas, antes e depois de seu casamento com o príncipe Rainier III de Mônaco em 19 de abril de 1956, a loira de olhos azuis profundos e porte de rainha lançou moda e usou o que as tendências da época mais lhe favoreciam. Como consequência, acabou difundindo um estilo copiado no mundo todo e que chega até os dias de hoje.

Vestidos dignos dos tapetes vermelhos atuais, acessórios para dar glamour ao look, uso de roupas esportivas para o dia a dia e um dos principais ícones de moda de todos os tempos, cobiçado até agora, a bolsa Kelly, da Hermés, são algumas das lições de moda passadas pela princesa.

Não à toa, no ano passado, a Mattel lançou uma edição especial da boneca Barbie com quatro vestidos usados por Grace Kelly: o azul longo que usou em Ladrão de Casaca (1955); o vestido preto floral, bem ao estilo New Look Dior, que vestia quando conheceu o príncipe Rainier; um preto e banco, do filme Janela Indiscreta; e o icônico vestido de noiva clássico de renda e mangas compridas, até hoje um dos mais aclamados na história dos casamentos.

Grace Kelly, conta-se, dava também palpites na roupa que usava nos filmes e conseguiu dobrar até mesmo Hitchcock nesse quesito, para quem trabalhou em três produções: Disque M para Morrer (1954); Janela Indiscreta (1954); e Ladrão de Casaca (1955). Em Disque M para Morrer, ela convenceu o diretor inglês a não usar um vestido de veludo vermelho, mas sim um modelo tipo camisola, de renda, porque achava que era mais apropriado para a cena, que se passava à noite. Além dos vestido de gala e de noite que usava, Grace Kelly também difundiu o uso de roupas esportivas no dia a dia e apareceu em fotos de divulgação de filmes com calças capri, alpargartas e camisas. Peças que caem bem até hoje. 
 
Batom vermelho,colar de pérolas, óculos estilo gatinho e luvas brancas, quase inseparáveis da atriz/princesa, também faziam parte de sua indumentária, assim como os lenços e enfeites de cabeça. Em seu último filme foi Alta Sociedade, em 1956, cantou True Love, música que lhe valeu disco de ouro. Mãe de Caroline, Albert e Stephanie, a princesa morreu aos 52 anos, um dia depois de sofrer um acidente de carro em Monte Carlo, em companhia de Stephanie. No ano passado, a Faap, em São Paulo, abrigou a exposição "Os Anos Grace Kelly”, com cerca de 900 itens da princesa e que estreou na Inglaterra em 2010, com o nome “Grace Kelly: Style Icon”. Para lembrar os 30 anos da morte de princesa, o Terra reuniu algumas curiosidades, fotos e legados fashion deixados por ela. Confira na galeria.
Fonte: Ponto a Ponto Ideias Ponto a Ponto Ideias
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