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A psicologia afirma que adultos das décadas de 80 e 90, que cresceram com videogames e agora são pais, têm uma vantagem invisível na criação dos filhos

Entenda como esse hábito pode aproximar pais e filhos, melhorar o diálogo e transformar momentos de tela em conexão real.

20 abr 2026 - 12h08
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Foto: Minha Vida

Com a idade média dos jogadores em torno de 36 anos, é comum supor que aqueles que cresceram durante o auge dos videogames nas décadas de 80 e 90 tenham levado esse hábito para a vida adulta e, consequentemente, para a parentalidade. Essa ideia, que para gerações anteriores poderia ser vista como um excesso de exposição às telas, é interpretada pela psicologia de forma bastante positiva, revelando um cenário menos comum em modelos familiares mais tradicionais.

Embora ainda exista a percepção de que as telas afastam os membros da família, levando cada um a se isolar em seu próprio mundo, um estudo da Universidade de Clemson aponta para uma realidade diferente, que desafia esses estereótipos. Sob a ótica da psicologia do desenvolvimento, adultos que cresceram jogando videogames e mantêm esse hábito com seus filhos tendem a construir relações familiares mais equilibradas e participativas.

Leia mais: Segundo psicólogos, as pessoas que cresceram nas décadas de 1960 e 1970 desenvolveram capacidades mentais que a Geração Z está perdendo

Acostumadas a uma forma distinta de interação com o ambiente digital, as novas gerações adotam uma postura mais participativa do que restritiva em relação aos jogos eletrônicos. O que antes era marcado por limitações e proibições passa, cada vez mais, a ser conduzido por meio do diálogo e da convivência.

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