Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

A luta de Edu Guedes contra o câncer de pâncreas: entenda a doença

O apresentador Edu Guedes trouxe à tona um diagnóstico delicado: um câncer de pâncreas. Sua jornada ressalta a seriedade da doença, que exige atenção aos sintomas e adoção de hábitos que podem reduzir os riscos

6 jul 2025 - 15h01
Compartilhar
Exibir comentários

O apresentador e chef de cozinha Edu Guedes passou por uma cirurgia neste sábado (5) para tratar um câncer de pâncreas. Embora o apresentador e sua equipe não tenham divulgado detalhes específicos sobre o estágio ou tipo exato do tumor, a informação trouxe à luz a seriedade de uma das doenças mais desafiadoras e silenciosas da medicina.

Edu Guedes está tratando um câncer de pâncreas
Edu Guedes está tratando um câncer de pâncreas
Foto: Reprodução / Bons Fluidos

Inicialmente, o marido da apresentadora Ana Hickmann passou mal há alguns dias em decorrência de uma infecção causada por uma crise renal. Depois, veio o diagnóstico e a necessidade de cirurgia.

Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por Edu Guedes (@eduguedesoficial)

O câncer de pâncreas: um inimigo silencioso

O câncer de pâncreas é considerado um dos mais agressivos e de difícil diagnóstico, principalmente porque seus sintomas costumam ser sutis e inespecíficos nas fases iniciais. O pâncreas, um órgão vital localizado atrás do estômago, desempenha funções cruciais: produz enzimas para a digestão dos alimentos e hormônios como a insulina, que regula os níveis de açúcar no sangue.

Embora a causa exata do câncer de pâncreas não seja totalmente conhecida, diversos fatores de risco têm sido identificados:

  • Idade: A incidência aumenta significativamente após os 60 anos.
  • Tabagismo: É um dos fatores de risco mais importantes, dobrando as chances de desenvolver a doença. Parar de fumar é a medida preventiva mais eficaz.
  • Histórico familiar: Pessoas com parentes de primeiro grau que tiveram câncer de pâncreas ou síndromes genéticas específicas (como síndrome de Lynch, mutações BRCA1/BRCA2) têm risco aumentado.
  • Diabetes tipo 2: Ter diabetes de longa data aumenta o risco.
  • Pancreatite crônica: Inflamações prolongadas do pâncreas podem ser um fator de risco.
  • Obesidade e sedentarismo: O excesso de peso e a falta de atividade física contribuem para o risco. Manter um peso saudável e praticar exercícios regularmente são cruciais.
  • Consumo excessivo de álcool: Embora não seja um fator direto tão forte quanto o tabagismo, o abuso de álcool pode levar à pancreatite crônica.
  • Dieta: Por fim, dietas ricas em carne vermelha processada e gorduras saturadas podem aumentar o risco, enquanto uma alimentação rica em frutas, vegetais e grãos integrais é protetora.

Assim, a melhor forma de prevenção passa pela adoção de um estilo de vida saudável. As recomendações são: não fumar, manter um peso adequado, praticar atividade física regularmente e ter uma alimentação balanceada.

Bons Fluidos
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade