A Geração Z está trocando a universidade e a programação por trabalhos manuais (e está se saindo melhor do que nunca)
Profissões que pensávamos estar esquecidas são agora escolhidas pelos jovens
A Geração Z já não vê a universidade como o destino final após o ensino médio. Ao perceberem que quatro ou cinco anos de estudo podem não levar ao emprego que idealizaram durante a faculdade, parecem estar buscando outras opções, algumas quase esquecidas entre os jovens. A verdade é que isso é assustador. Estamos entrando na casa dos vinte anos enquanto a inteligência artificial continua nos bombardeando com ameaças, infiltrando-se até mesmo nos trabalhos mais criativos que podemos imaginar. Será que ela deveria facilitar nossas vidas? Não sei; ainda não inventaram uma IA que lave minhas roupas.
Todos nós percebemos essa situação estranha, e é por isso que a Geração Z está buscando empregos onde o Chat GPT ou o Gemini não têm lugar. A universidade prometia ser o caminho perfeito para sair da precariedade, prometendo-nos uma vida melhor do que a de nossos avós, mas, é claro, alguém precisa cuidar do setor primário. A classe trabalhadora precisa de mão de obra, e o trabalho manual é visto como um futuro promissor, onde não há espaço para IA.
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