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Queima de resíduos tóxicos da Rhodia gera polêmica

22 nov 2012 - 17h19
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Parlamentares e organizações sociais da Bahia se mobilizam para impedir que resíduos industriais tóxicos, há décadas armazenados pela Rhodia em terreno de Cubatão, em São Paulo, sejam transferidos para serem queimados em Camaçari, na região metropolitana de Salvador.

De acordo com a Agência Brasil, o Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) da Bahia e a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) de São Paulo autorizaram o envio de toneladas de material contaminado por substâncias organocloradas como o pó da China (pentaclorofenato de sódio) e o hexaclorobenzeno para serem incineradas pela empresa de soluções ambientais Cetrel Lumina.

Em Camaçari, os vereadores do Democratas Antonio Elinaldo e Manoel Jorge Curvelo, prometem entrar com uma representação no Ministério Público estadual para impedir o envio do material à Bahia.

"É uma falta de responsabilidade com a população permitir que este produto venha para Camaçari, que já tem tantos problemas de saúde", diz Elinaldo, indiferente às manifestações dos órgãos ambientais baiano e paulista, que garantem que a operação só foi aprovada após a Cetrel Lumina ter realizado testes de queima de provas do material, comprovando a eficácia do incinerador para eliminar integralmente qualquer resíduo que ofereça risco à população.

Em São Vicente, São Paulo, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente aguarda um resultado positivo da queima do material contaminado por resíduos industriais tóxicos que vai ser transportado para Camaçari antes de exigir que a empresa Rhodia dê a mesma destinação às cerca de 33 mil toneladas de material semelhante que, há décadas, estão armazenadas em um terreno local, à espera de destinação adequada.

Fonte: DiárioNet DiárioNet
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