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Mel Gibson fala sobre seu novo filme Ressurreição: "Ninguém morre por uma mentira"

Mel Gibson voltou a falar sobre a sequência do filme A Paixão de Cristo. Segundo o diretor, sua nova produção, intitulada Ressurreição, mostrará que "ninguém morre por uma mentira".

29 ago 2025 - 12h00
(atualizado em 29/8/2025 às 08h22)
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Mel Gibson voltou a falar sobre a sequência do filme A Paixão de Cristo. Segundo o diretor, sua nova produção, intitulada Ressurreição, mostrará que "ninguém morre por uma mentira".

De acordo com declarações recentes de Gibson, o roteiro do longa irá mergulhar nos relatos contidos no livro dos Atos dos Apóstolos e na ida de Jesus ao Mundo dos Mortos. O próprio diretor afirmou que os espectadores podem esperar uma narrativa ousada, com anjos caídos e visões do inferno.

Os dois filmes épicos estão planejados para estrear apenas em 2027, com a primeira parte chegando na Páscoa e a segunda 40 dias depois, em 6 de maio.

Mel Gibson e religiosidade

Gibson, que se descreve como um católico devoto, declarou: "O que vemos agora é uma religião completamente diferente daquela instituída por Cristo". Segundo ele, esse "afastamento" estaria ligado a uma batalha mais profunda entre o bem e o mal. "Existe o bem e o mal, e eles estão lutando pelas almas da humanidade", afirmou o ator.

Na mesma époda das declarações, o ator hollywoodiano também acusou o Papa Francisco de "encobrir" os "estupradores de crianças", que ele classificou como "predadores". Para Mel Gibson, "o Vaticano não é mais um lugar sagrado, mas um centro de poder controlado por pessoas que se desviaram do caminho de Cristo".

Ele ainda destacou uma semelhança "perturbadora" entre a indústria do entretenimento e o Vaticano, afirmando que ambos estão prejudicados por abusadores e práticas de encobrimento.

Essa não foi a primeira vez que o ator Mel Gibson questionou o Vaticano. Em 2024, ele manifestou apoio ao ex-arcebispo Carlo Maria Viganò, conhecido por suas duras críticas ao Papa Francisco e por denunciar a "corrupção moral" dentro da Igreja Católica. Em uma carta enviada ao religioso, Gibson o chamou de "herói corajoso". O ator também declarou que o líder do Vaticano não teria autoridade para excomungá-lo, como fez com o ex-arcebispo, mas afirmou que esperava ser excomungado aquilo que chamou de "sua falsa Igreja".

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