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Universitárias são expulsas e condenadas após rebolarem em frente à catedral

Três jovens universitárias foram enviados para o campo de trabalho e removidos da universidade após dançarem de forma sensual em catedral

21 ago 2025 - 18h00
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Universitárias são expulsas e condenadas após rebolar em frente à catedral
Universitárias são expulsas e condenadas após rebolar em frente à catedral
Foto: Reprodução/tiktok / Contigo

Três universitárias russas foram expulsas da Universidade Estatal Russa de Arte e Indústria Stroganov e condenadas a 11 meses de trabalho corretivo, popularmente chamado de "gulag", após postarem no TikTok um vídeo delas fazendo twerking em frente à Catedral de Cristo Salvador , em Moscou, durante o ano letivo de 2025.

Reação institucional e ativismo religioso

O incidente ganhou força com a denúncia de ativistas do grupo Sorok Sorokov , formado por defensores da preservação de valores tradicionais e religiosos na Rússia. Eles criticaram a performance como "garotas sem cérebro buscando popularidade" ao rebolarem em um local sagrado.

Consequências disciplinares

  • Expulsão imediata das respectivas universidades em junho de 2025.
  • Envio ao campo de trabalho forçado por 11 meses, em razão da prática considerada incidente à moral pública e reverência religiosa.

Contexto simbólico e político

Os "gulags", originalmente criados na União Soviética para criminalizar opositores políticos, ressurgiram com uma lógica de intolerância a comportamentos vistosos como subversivos à moralidade pública contemporânea russa.

Outro caso

O caso não é isolado: em 2015, um grupo de mulheres foi condenado a 15 dias de prisão por gravar um vídeo rebolando em frente a um monumento em Novorossiisk, em homenagem aos heróis soviéticos de uma batalha no Cáucaso em 1943, segundo o "Moscow Times".

Os gulags, conhecidos como campos de trabalhos forçados, foram originalmente criados na União Soviética para abrigar criminosos, presos políticos e qualquer cidadão que se opusesse ao regime. Atualmente, estruturas semelhantes foram reativadas durante o governo de Vladimir Putin, mantendo uma lógica de tolerância diversas para atos considerados ofensivos à moral pública ou à religião.

O episódio das universitárias, portanto, reflete o rigor das autoridades russas na proteção dos símbolos religiosos e na manutenção da ordem pública, gerando debate sobre a liberdade de expressão e os limites das manifestações culturais no país.

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