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Trump alerta que vice da Venezuela pagará um preço alto se não fizer o que é certo

A ascensão de Delcy Rodríguez ao cargo ocorre por determinação do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Venezuela

4 jan 2026 - 18h33
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitiu um aviso direto a Delcy Rodríguez, atual presidente interina da Venezuela, após a captura de Nicolás Maduro por forças americanas. Em entrevista concedida à revista The Atlantic neste domingo (4), Trump condicionou a estabilidade da nova liderança à sua conformidade com as diretrizes de Washington.

Donald Trump e Delcy Rodríguez
Donald Trump e Delcy Rodríguez
Foto: Anna Moneymaker/ Carolina Cabral/Getty Images / Perfil Brasil

"Se ela não fizer o que é certo, vai pagar um preço muito alto, provavelmente maior do que o próprio Maduro", afirmou Trump sobre a anteriormente vice da Venezuela. O mandatário defendeu a intervenção militar como uma estratégia de "mudança de regime", argumentando que a reestruturação do país sul-americano é superior à manutenção da gestão anterior. "Sabe, reconstruir e mudar o regime, chame como quiser, é melhor do que a situação atual. Não pode piorar", pontuou.

A ascensão de Delcy Rodríguez ao cargo ocorre por determinação do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Venezuela. A corte ordenou que a vice-presidente assuma os deveres executivos para assegurar a continuidade administrativa diante da ausência forçada de Maduro.

Neste domingo, as Forças Armadas da Venezuela oficializaram o reconhecimento de Rodríguez como presidente interina. O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, endossou a decisão judicial que prevê um mandato temporário de 90 dias. Em pronunciamento, Padrino relatou que a ofensiva americana causou baixas na equipe de segurança de Maduro e apelou para que a população retome as atividades econômicas e educacionais, mantendo o país no caminho constitucional.

Interesses na Groenlândia

Além da crise na América Latina, Donald Trump reiterou o interesse estratégico dos Estados Unidos na aquisição da Groenlândia. "Precisamos da Groenlândia, com certeza. Precisamos dela para a defesa", declarou. A afirmação ocorre em meio a publicações de aliados do governo, como Katie Miller, que sugeriram a integração do território dinamarquês aos planos de segurança nacional americanos.

A administração americana mantém o posicionamento de que a segurança do Hemisfério Ocidental depende de intervenções diretas e da expansão de sua infraestrutura de defesa, tanto na América do Sul quanto em regiões árticas.

Perfil Brasil
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