Tom Hanks diz que teorias de conspiração viraram "grande negócio"
O ator Tom Hanks, que volta a encarnar o professor Robert Langdon em "Anjos e demônios", acredita que a popularização das teorias de conspiração contra a Igreja Católica, como as que se relatam nesse filme e em "O Código da Vinci", se tornou "um grande negócio".
Tom Hanks fez hoje essas declarações em uma videoconferência com jornalistas em Roma, onde esta noite "Anjos e demônios", dirigido por Ron Howard e baseado também em um romance de Dan Brown, terá sua estreia mundial.
Para o ator americano "Anjos e demônios", que estará ao alcance do grande público em todo mundo já na próxima semana, é "uma história de ficção que serve para reunir todos os tipos de pessoas".
O sucesso dessa saga, tanto dos livros homônimos como dos filmes, - "O Código da Vinci" arrecadou US$ 758 milhões em bilheteria no mundo -, é devido, segundo Hanks, ao tema que aborda, já que "as teorias da conspiração geram muitas perguntas e discussões".
Sobre as distintas críticas que o filme recebeu antes de sua estreia, o ator apontou que "os críticos não importam". "Afinal de contas, todos somos críticos", afirmou.
Segundo ele, "realmente é o público, as pessoas que vão ao cinema, que são responsáveis" pelo sucesso ou o fracasso de um filme.