TERROR! Jovem de 18 anos abusa de menina de 12 e comete atos de tortura
Jovem de 18 anos foi preso após abusar de uma menina de 12 anos e cometer atos de tortura, entre eles obrigá-la a beber água do vaso sanitário
No Paraná, a Polícia Civil prendeu em flagrante um jovem, de 18 anos, após ser condenado por armanezar conteúdos pornográficos infantis. Em agosto de 2024, os responsáveis pela adolescente procuraram a polícia, dando início às investigações sobre os crimes e abusos.
Entenda o crime
A investigação revela que o suspeito usou plataformas de jogos online para se aproximar da vítima de 18 anos. Ele alegou pertencer à mesma denominação religiosa da família para estabelecer uma relação de confiança. As conversas, que começaram em jogos, migraram para o Discord e, em seguida, para o WhatsApp, onde ele coagia a adolescente a produzir material pornográfico.
O jovem praticava pressões psicológicas ameaçando a família da vítima. Para manter o controle, chegou a apresentar documentos de identificação dos pais da menor, aumentando as intimidações. "Ele fez essa criança posar nua e através das fotos começou a chantageá-la. Entre as tarefas ele fazia ela tomar água da privada, pedia que ela se cortasse, deitar no chão gelado".
Quase um ano depois de interromper as ações criminosas, o suspeito voltou a agir em agosto de 2025. Nesse período, foi flagrado pela polícia ao compartilhar, em mensagens com visualização única, imagens de conteúdo sexual envolvendo a vítima.
A delegada Thais Regina Zanatta, da PCPR, informou que a prisão em flagrante foi realizada com apoio do Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (TIGRE). O jovem vai responder por uma série de crimes, entre eles constrangimento ilegal, produção e compartilhamento de conteúdo sexual envolvendo menor de idade, posse desse tipo de material e ainda por submeter a vítima a situações humilhantes.
Thais contou que a adolescente voltou a usar o celular cerca de um mês atrás. Nesse período, o suspeito descobriu o novo número e retomou o contato, enviando mensagens não apenas para a vítima, mas também para seus pais, amigos e familiares.
As investigações revelaram que um colega de escola da menina mantinha comunicação com o homem e repassava informações sobre ela sem que os pais soubessem. Apesar de morarem em cidades diferentes, com o investigado em São José dos Pinhais e a vítima em Cascavel, ele conseguia se manter informado sobre a rotina da garota por meio desse intermediário. "Um menino da escola da vítima tinha contato com o criminoso e abastecia o rapaz com as informações".