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Seguro de moto segue tendência de apólices personalizadas

Com frota acima de 34 milhões, mercado discute coberturas básicas, vistoria e renovação, além de estratégias para reduzir custos na cotação do seguro de moto.

4 mai 2026 - 09h33
(atualizado às 09h39)
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O crescimento do uso de motocicletas no Brasil tem ampliado o debate sobre proteção patrimonial e segurança viária em 2026. Nota publicada no portal do Ministério dos Transportes aponta que a frota nacional de motocicletas ultrapassa 34 milhões de veículos, o equivalente a 28% da frota do país, além de destacar custos de internações de motociclistas no Sistema Único de Saúde (SUS) e dados de mortalidade com base no DataSUS. Paralelamente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou que o número de pessoas que trabalham por meio de plataformas digitais e aplicativos cresceu entre 2022 e 2024, incluindo entregas e transporte, o que ajuda a explicar a intensificação do uso diário de veículos em grandes centros.

Foto: ChatGPT / DINO

Nesse cenário, o seguro de moto tende a ser analisado não apenas como despesa, mas como ferramenta de previsibilidade financeira, especialmente para quem depende do veículo para trabalhar. Conteúdos do Seguroauto.org mostram que, no seguro de veículos, a busca por planos mais acessíveis ganhou força com a digitalização do setor e com modelos "enxutos", como coberturas parciais (roubo e furto), franquias flexíveis, rastreamento e formatos sob demanda, apoiados por tecnologia e análise de dados. O mesmo portal reúne um guia com estratégias de economia que reforça a necessidade de equilibrar preço e proteção ao comparar alternativas e ajustar variáveis de contratação.

A discussão sobre "cobertura essencial" também se aproxima do universo das duas rodas. Em artigo assinado pelo diretor Cláudio Royo, a economize.com.br descreve que um seguro básico costuma focar nos riscos mais relevantes e pode incluir colisão, roubo e furto, incêndio, eventos da natureza e danos a terceiros, enquanto coberturas adicionais ficam a critério de necessidade do condutor. A lógica é semelhante para a moto: quanto mais o pacote inclui assistências e proteções acessórias, maior tende a ser o custo total, o que reforça a importância de definir prioridades antes da contratação.

Outra frente que passa a aparecer com mais frequência é a contratação em grupo, prática comum no seguro de automóveis e frotas. O Seguroauto.org explica que o seguro em grupo reúne mais de um veículo em uma mesma apólice, caracterizando-se a partir de dois veículos, enquanto o seguro individual mantém contratos separados por proprietário. No contexto do seguro de moto, o formato pode ser relevante para empresas de entrega, comércios e prestadores de serviço que operam com mais de uma motocicleta, ao concentrar gestão e padronizar coberturas, embora a adequação dependa do perfil de risco e do uso de cada unidade.

A etapa de cotação também se tornou mais técnica. A Economize ON destaca que solicitar cotações, comparar propostas e observar condições é um passo central para contratar uma apólice alinhada ao perfil e ao orçamento, indicando que a comparação amplia as chances de encontrar valores mais adequados. Em linha semelhante, a Smartia orienta que a análise deve considerar o tipo de cobertura desejada e explica que modalidades de seguro tendem a seguir padrões do setor, com diferenças entre empresas mais concentradas em serviços e detalhes contratuais. Para motociclistas, isso significa olhar além do "menor preço" e checar limites, exclusões e franquia quando aplicável.

A personalização é outra tendência que avança na contratação. Conteúdo da Smartia aponta que o seguro personalizado permite escolher coberturas em vez de aderir apenas a pacotes prontos, e que o custo final depende das escolhas feitas, podendo ficar maior se a proteção for mais ampla ou menor quando o contratante seleciona apenas o que considera essencial. A dinâmica favorece quem usa a moto de forma mais previsível e consegue definir com clareza quais riscos quer priorizar (por exemplo, roubo e furto em áreas de alta incidência, ou terceiros para reduzir exposição financeira em acidentes).

A formalização do contrato e a conferência documental também entram no radar. A Smartia explica que a apólice é o documento que registra o contrato e segue padrão regulado pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), reunindo dados do segurado, do veículo, coberturas contratadas, franquia e limites de indenização, além de orientações para consulta de validade em sistema oficial. Na prática, essa checagem ajuda a reduzir ruídos na contratação e dá ao consumidor mais segurança ao confirmar vigência e emissor autorizado.

Na rotina, vistoria e renovação costumam ser pontos de atenção por influenciarem aceitação e preço. A Economize descreve que a vistoria prévia, realizada antes da contratação, busca documentar as condições do veículo e identificar danos preexistentes, enquanto a vistoria pós-sinistro avalia danos após ocorrências cobertas. Já no processo de renovação, o mesmo portal recomenda revisar coberturas, comparar propostas e negociar ajustes com antecedência, citando avisos enviados cerca de 30 dias antes do vencimento e orientações para evitar ficar sem cobertura entre um contrato e outro.

Com a frota de motos em alta e o uso profissional mais intenso, a tendência em 2026 é que o seguro de moto seja cada vez mais escolhido por critérios de adequação: cobertura essencial bem definida, leitura atenta da apólice, processos de vistoria claros e renovação planejada. Nesse contexto, Seguroauto.org, economize.com.br e smartia.com.br têm ampliado a produção de guias comparativos e conteúdos explicativos, reunindo parâmetros de mercado que ajudam o consumidor a tomar decisões com base em risco, necessidade e previsibilidade de custos.

Website: https://simular.economize.com.br/

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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