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Segunda autópsia no corpo da brasileira expõe verdade sobre morte em trilha

Segunda autópsia revela detalhes sobre a morte de Juliana Marins, que foi encontrada sem vida após cair de uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia

11 jul 2025 - 17h38
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Juliana Marins, brasileira que morreu após cair de uma trilha no monte Rinjani, na Indonésia
Juliana Marins, brasileira que morreu após cair de uma trilha no monte Rinjani, na Indonésia
Foto: Reprodução/ Instagram / Contigo

Uma nova autópsia revelou mais detalhes sobre a morte de Juliana Marins. A brasileira de 26 anos foi encontrada sem vida após cair de uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia, no final de junho. 

A publicitaria teria passado 32 horas viva aguardando resgate antes de morrer, segundo avaliação de peritos brasileiros. A análise mostrou que Juliana morreu por volta de 12h do dia 22 (começo da madrugada no Brasil). A estimativa, divulgada em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, 11/07, na Defensoria Pública do Rio de Janeiro, foi feita analisando o desenvolvimento de larvas encontradas no couro cabeludo da brasileira, cujos ovos são depositados no corpo após a morte.

Marins agonizou por entre 10 e 15 minutos após a segunda e última queda no Monte Rinjani. Ainda de acordo com os peritos, os laudos indicam que ela pode ter deslizado de costas pelo terreno e, no último impacto, caiu de frente. Pouco antes de morrer, ela teria apresentado uma "dificuldade respiratória enorme". "A gente sente muito, porque foi uma morte muito sofrida, de muita agonia", declarou o perito Nelson Massini.

Irmã de Juliana Marins se pronuncia

Durante a coletiva, Mariana Marins, irmã de Juliana, desabafou sobre as operações de resgate da jovem. "Dezoito horas depois da queda, a equipe de resgate do Basarnas (Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia) conseguiu descer 150 metros de rapel, mas Juliana estava em um ponto mais abaixo na montanha", relatou.

"A gente estava esperando esse momento do laudo. Agora, a gente vai ver o que fazer a partir de agora. (...) Só do Basarnas ter sido chamado um período longo depois do acidente já é algo a ser considerado. Já sabiam que era um acidente grave e [estavam] sem o equipamento correto para chegar até o local. Então, são vários pontos a ser considerados", completou. 

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