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Qual carne tem mais proteína: veja comparação entre boi, frango, peixe e porco

Conheça os alimentos que entregam o maior teor de macronutrientes por porção e como equilibrar seu prato com saúde e eficiência

22 abr 2026 - 17h47
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A proteína é um dos pilares fundamentais para o funcionamento pleno do nosso organismo. Ela desempenha um papel indispensável tanto na manutenção quanto no ganho de massa muscular, tornando a escolha dos alimentos uma tarefa estratégica. Quando observamos a comparação por porções de cem gramas, a carne vermelha desponta na liderança, oferecendo cerca de trinta e cinco gramas de proteína. Este valor coloca o alimento em um patamar de destaque para quem busca atingir metas de ingestão proteica diária com maior facilidade.

Carne vermelha lidera a comparação, com cerca de 35 g de proteína a cada 100 g
Carne vermelha lidera a comparação, com cerca de 35 g de proteína a cada 100 g
Foto: Canva Fotos / Perfil Brasil

O lombo de porco, muitas vezes subestimado, apresenta um desempenho impressionante que iguala a carne vermelha, atingindo aproximadamente os mesmos trinta e cinco gramas por porção, dependendo do corte escolhido. É importante notar que a carne suína possui variedades magras, como o próprio lombo, a bisteca e o pernil, que se tornam excelentes aliados. Além do aporte proteico, o porco é reconhecido por fornecer vitaminas do complexo B, selênio, ferro e zinco, componentes vitais para a saúde metabólica e imunológica.

O segredo da escolha inteligente

Logo atrás dessas opções, o filé de frango surge com cerca de trinta e um gramas de proteína por cem gramas. A grande vantagem do peito de frango reside na sua composição nutricional, especificamente no teor de gordura. Enquanto a carne vermelha apresenta uma média entre dez e quinze gramas de gordura por porção, o frango mantém esse índice em torno de três gramas e meio, tornando-se uma alternativa mais leve.

Os peixes também merecem um espaço no cardápio, entregando cerca de vinte e sete gramas de proteína. Eles representam uma opção de digestão mais rápida e leve. A sardinha, por exemplo, destaca-se por ser uma alternativa financeiramente acessível em diversas regiões, além de ser uma fonte valiosa de ômega três, cálcio, fósforo e vitamina D. Independentemente de qual seja a proteína escolhida, o foco principal deve ser a construção de uma dieta equilibrada que respeite as necessidades individuais do seu corpo, variando as fontes sempre que possível.

Proteínas vegetais no dia a dia

Para aqueles que buscam alternativas que não venham da carne, a soja assume o protagonismo entre as opções vegetais, oferecendo cerca de dezessete gramas a cada cem gramas de alimento. Já o feijão e o grão-de-bico, grandes clássicos da mesa brasileira, contêm aproximadamente dez gramas na mesma porção. Ao optar por proteínas de origem vegetal, é preciso ter atenção extra à variedade dos alimentos consumidos.

Isso ocorre porque o perfil de aminoácidos nas plantas pode ser menos completo do que nas fontes animais. Por essa razão, a recomendação nutricional indica a combinação estratégica de leguminosas, como o feijão e a lentilha, com outros alimentos, a exemplo do arroz e de folhas verde-escuras. Esse cuidado simples garante que todos os aminoácidos essenciais sejam absorvidos, permitindo que a dieta vegetariana ou vegana seja tão eficaz quanto a onívora para a saúde muscular e geral.

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Perfil Brasil
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