Script = https://s1.trrsf.com/update-1789154714/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Projeto na Câmara de Porto Alegre quer proibir uso de Coleiras Antilatido

Projeto na Câmara de Porto Alegre Quer Proibir Uso de Coleiras Antilatido

12 set 2026 - 12h30
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
A Câmara de Porto Alegre analisa um projeto de lei do vereador Jonas Reis (PT) que visa proibir o uso e a venda de coleiras antilatido para pets domésticos, enquadrando o acessório como maus-tratos. A proposta mantém a exceção apenas para animais de forças de segurança. A medida baseia-se em evidências de que os dispositivos causam danos físicos e psicológicos severos aos cães, como medo e ansiedade, além de serem considerados ineficazes a longo prazo para coibir a reação natural do latido.

A Câmara Municipal de Porto Alegre (CMPA) começou a analisar um projeto de lei complementar que promete mudar a rotina de tutores de pets na capital. A proposta, de autoria do vereador Jonas Reis (PT), busca incluir as coleiras antilatido na lista oficial de práticas de maus-tratos a animais, tornando o uso desses acessórios ilegal no município.

Foto: imagem meramente ilustrativa / Freepik / Porto Alegre 24 horas

De acordo com o texto protocolado no Legislativo municipal, a medida restritiva não se aplicará de forma integral. Animais utilizados por forças de segurança pública continuam dispensados da regra, mantendo a permissão de uso em operações específicas. Para os pets domésticos, contudo, a comercialização e a utilização da ferramenta passariam a ser combatidas legalmente.

A motivação para a iniciativa legislativa fundamenta-se em relatórios e evidências sobre o sofrimento imposto aos animais. Conforme a defesa da proposta, os dispositivos são ineficazes a longo prazo e geram danos físicos e psicológicos severos. O texto aponta que o artefato compromete o bem-estar dos cães e destrói a relação de confiança mútua entre o animal e seu tutor.

Os defensores da medida argumentam ainda que o choque ou estímulo desagradável ensina o animal a temer uma reação natural. Ao associar o latido à dor, o cão passa por um processo que desencadeia quadros recorrentes de ansiedade e medo profundo, justificando a intervenção do poder público para coibir a prática na cidade.

CMPA.

Porto Alegre 24 horas
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra