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'Peixes do fim do mundo' são encontrados em praia

Turistas resgataram dois peixes-remo, conhecidos como "peixes do fim do mundo", em uma praia no México. A espécie vive em profundidades abissais e sua aparição é ligada por lendas a presságios de terremotos

15 mar 2026 - 21h24
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O aparecimento de dois peixes-remo, em Cabo San Lucas, assustou turistas na costa mexicana. A espécie é raramente vista fora das profundezas e carrega a fama de prever catástrofes naturais. A influenciadora Monica Pittenger registrou o momento.

Turistas resgataram dois peixes
Turistas resgataram dois peixes
Foto: remo, conhecidos como "peixes do fim do mundo", em uma praia no México. - Reprodução/Redes / Perfil Brasil

Regalecus glesne, o "peixe do fim do mundo"

O Regalecus glesne é o peixe ósseo mais longo do mundo. Seu tamanho surpreende, e pode atingir onze metros de comprimento. Ele habita a zona mesopelágica, onde a luz solar não alcança a água em profundidades de até mil metros.  Sua presença em águas rasas costuma indicar o adoecimento do peixe, ou apenas o movimento das correntezas. Mas, na cultura popular, o aparecimento do peixe é associado à catástrofes.

Crença popular

No Japão, a tradição popular chama a espécie de "mensageira do palácio do deus dragão do mar". De acordo com a cultura, peixes dessa espécie sobem à superfície para alertar a chegada de terremotos ou tsunamis.

Monica Pittenger demonstrou espanto em entrevista:  "Aparentemente, eles são 'peixes do fim do mundo' e só vêm à superfície quando há terremotos ou tsunamis ou algo assim, mas não há ciência por trás disso. E ainda assim foi extremamente... tipo, mágico" afirmou a banhista, segundo o portal IG.

Apesar do nervosismo e assombro dos envolvidos, os peixes retornaram para o mar aberto com o apoio dos envolvidos.

Especialistas do National Oceanic and Atmospheric Administration explicam que não existe comprovação científica sobre a relação entre o peixe e abalos sísmicos. O mito ganhou força em 2011 após o aparecimento de vários espécimes antes de um grande terremoto em território japonês. O avistamento no México permanece como um fenômeno raro que atrai a curiosidade de biólogos e entusiastas da vida marinha.

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