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O que significa, segundo a psicologia, quando uma pessoa sempre acaricia cães

Descubra como o ato de acariciar cães revela traços emocionais profundos, benefícios para a saúde mental e aspectos da personalidade segundo estudos psicológicos recentes.

10 set 2025 - 17h52
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É quase impossível encontrar alguém que, ao ver um cachorro, não sinta vontade de acariciá-lo. No entanto, essa atitude aparentemente simples vai além de uma demonstração de afeto. Segundo a psicologia, o ato frequente de acariciar cães está ligado a aspectos emocionais e padrões comportamentais importantes do ser humano.

Acariciar cães revela traços emocionais profundos.
Acariciar cães revela traços emocionais profundos.
Foto: Foto de Kate Gu na Unsplash / Portal de Prefeitura

Um gesto terapêutico

Estudos conduzidos por pesquisadores das Universidades da Flórida, Carroll e Marquette mostram que o contato físico com cães provoca alívio imediato do estresse e promove uma sensação de acolhimento. Durante o toque, o corpo humano libera ocitocina, o chamado "hormônio do amor", responsável por fortalecer vínculos afetivos e gerar bem-estar.

Redução do estresse e aumento da felicidade

Além da ocitocina, acariciar cães reduz os níveis de cortisol, o hormônio ligado ao estresse. Esse efeito contribui para baixar a pressão arterial e equilibrar a frequência cardíaca, funcionando como uma espécie de relaxante natural para a mente e o corpo.

Perfil emocional das pessoas que acariciam cães

Pessoas que têm o hábito frequente de acariciar cães costumam ter traços de personalidade marcados por empatia, sensibilidade e sociabilidade. Esse comportamento indica uma maior facilidade para estabelecer conexões emocionais profundas e uma maior abertura para o vínculo afetivo, não apenas com animais, mas também com outros seres humanos.

O vínculo além das espécies

A psicologia também aponta que a interação com cães pode representar a capacidade humana de constituir relações afetivas que ultrapassam a espécie. Esse contato fortalece a sensação de pertencimento, segurança e responsabilidade afetiva, importantes para a saúde mental.

Cães como facilitadores sociais

Quem gosta de acariciar cães frequentemente apresenta maior facilidade para socializar. Esse gesto pode funcionar como um facilitador de interações sociais, aproximando pessoas em ambientes públicos e criando uma atmosfera mais acolhedora e amigável.

O papel das rotinas na saúde emocional

Animais de companhia impõem uma rotina saudável aos seus tutores, obrigando-os a manter horários para passeios, alimentação e cuidados. Esse cumprimento de tarefas ajuda a estruturar o dia a dia, beneficiando principalmente pessoas que enfrentam dificuldades emocionais.

Benefícios para a saúde mental e física

A interação com cães está associada à melhoria de sintomas de ansiedade, depressão e solidão. O toque e o contato proporcionam relaxamento e conforto, criando uma espécie de terapia natural e acessível.

O hábito pode indicar necessidades emocionais

Para algumas pessoas, acariciar cães pode ser uma resposta a sentimentos de insegurança, solidão ou estresse. Esse comportamento é uma forma de suprir necessidades emocionais e buscar apoio afetivo de uma maneira segura e reconfortante.

Conexão com o ambiente e a natureza

Indivíduos que têm facilidade para demonstrar afeto pelos animais geralmente valorizam atividades ao ar livre e contato com a natureza, o que contribui ainda mais para o equilíbrio mental e físico.

O toque que diz muito sobre a personalidade

Acariciar um cão é mais que um gesto de carinho; é um reflexo da personalidade sensível, solidária e paciente de quem pratica. Essa ação revela um universo interno onde o cuidado, a empatia e a busca por conexão significativa ocupam lugar central.

Portal de Prefeitura
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