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O que se sabe sobre a morte da juíza Mariana Ferreira após coleta de óvulos

Entenda os detalhes da investigação sobre a morte da magistrada e o posicionamento das unidades de saúde envolvidas no atendimento emergencial

7 mai 2026 - 19h24
(atualizado às 19h29)
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A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte da juíza Mariana Francisco Ferreira, de 34 anos, ocorrida na manhã desta quarta-feira (06), após complicações em um procedimento de coleta de óvulos. O caso aconteceu em uma clínica de reprodução assistida em Mogi das Cruzes e foi registrado pelas autoridades como morte suspeita e acidental. A investigação busca agora esclarecer se o óbito foi causado por complicações médicas inerentes ao processo ou se houve algum tipo de falha no atendimento prestado à magistrada. Mariana era natural de Niterói e atuava na Vara Criminal da Comarca de Sapiranga, no Rio Grande do Sul, desde dezembro de 2023.

Juíza Mariana Ferreira
Juíza Mariana Ferreira
Foto: Divulgação/ Ajuris / Perfil Brasil

De acordo com informações do portal g1, a juíza realizou a coleta na manhã de segunda-feira (04) e recebeu alta logo cedo. Ao retornar para casa, ela passou a sentir dores intensas e calafrios, o que levou sua mãe, Marilza Francisco, a levá-la novamente à clínica. No local, a equipe médica identificou uma hemorragia vaginal. O médico responsável realizou uma sutura para tentar conter o sangramento antes de transferir a juíza para um hospital. A Clínica Invitro Reprodução Assistida afirmou que adotou protocolos técnicos "desde os primeiros sinais de intercorrência" e que ofereceu atendimento emergencial imediato.

Após a intervenção inicial, Mariana foi encaminhada para a Maternidade Mogi Mater, onde deu entrada diretamente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na terça-feira (05), ela foi submetida a uma cirurgia para tentar estabilizar seu quadro clínico, que já era considerado grave. Infelizmente, na madrugada de quarta-feira (06), a paciente sofreu duas paradas cardiorrespiratórias e faleceu às 6h03. O hospital informou que todas as medidas assistenciais foram adotadas para tentar reverter a hemorragia aguda apresentada pela paciente.

Em nota oficial, a Clínica Invitro ressaltou que "todo procedimento cirúrgico e médico possui riscos inerentes e intercorrências possíveis" e que colabora com as autoridades para o esclarecimento dos fatos. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e a Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (AJURIS) lamentaram profundamente a perda precoce da colega. O tribunal decretou luto oficial de três dias em homenagem à juíza, que era reconhecida pelo zelo e comprometimento em suas decisões judiciais.

Perfil Brasil
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