Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Novas medicações para emagrecer exigem atenção redobrada com a alimentação e os músculos

Uso de substâncias como semaglutida e tirzepatida reduz o apetite, mas especialistas alertam para o risco de perda de massa muscular e falta de nutrientes

27 fev 2026 - 05h45
Compartilhar
Exibir comentários

A popularização de novas medicações como as "canetas emagrecedoras" mudou o tratamento da obesidade no Brasil. Medicamentos que utilizam substâncias como a semaglutida e a tirzepatida (que agem em hormônios que controlam a fome, como o GLP-1) ajudam pacientes a perder entre 15% e 20% do peso corporal em um ano. No entanto, o foco médico agora vai além do ponteiro da balança: a preocupação central é garantir que o corpo perca gordura, e não músculos.

Um dado que chama a atenção em estudos recentes é que até 40% do peso eliminado por quem usa esses medicamentos pode ser de massa muscular, e não de gordura
Um dado que chama a atenção em estudos recentes é que até 40% do peso eliminado por quem usa esses medicamentos pode ser de massa muscular, e não de gordura
Foto: Canva Fotos / Perfil Brasil

Esses remédios funcionam aumentando a sensação de saciedade e retardando o esvaziamento do estômago. O resultado é uma redução drástica na vontade de comer. O problema ocorre quando a pessoa, por sentir menos fome, passa a comer mal ou "pular" refeições importantes.

Segundo a nutricionista Larissa Luna, parceira da marca A Tal da Castanha, a redução do volume de comida pode levar a uma ingestão insuficiente de proteínas, fibras e vitaminas. Sem esses nutrientes, o organismo fica fragilizado. "O risco é perder peso com uma alimentação incompleta, sem o que é necessário para sustentar o corpo", explica a especialista.

Um dado que chama a atenção em estudos recentes é que até 40% do peso eliminado por quem usa esses medicamentos pode ser de massa muscular, e não de gordura. A perda de músculos é prejudicial porque reduz a força física, deixa o metabolismo mais lento e dificulta a manutenção do peso no futuro.

Para evitar esse cenário, profissionais de saúde recomendam três pilares básicos:

  • Consumo de proteínas: Incluir carnes, ovos, leguminosas ou suplementos em todas as refeições.

  • Exercícios de força: Praticar musculação ou atividades similares para "avisar" ao corpo que os músculos devem ser preservados.

  • Hidratação constante: Como esses remédios podem diminuir a sensação de sede, beber água é essencial para evitar o intestino preso e a desidratação.

Com o objetivo de ajudar quem utiliza essas terapias, a empresa Positive Co. (das marcas A Tal da Castanha e Plant Power) lançou o ebook gratuito "Nutrição Consciente: o guia completo para o emagrecimento saudável durante o uso de análogos de GLP-1".

O material foi escrito pela nutricionista Larissa Luna e explica, de forma simples, como os remédios agem e o que colocar no prato para emagrecer com saúde. O guia inclui 10 receitas práticas para garantir que o usuário receba os nutrientes necessários, mesmo com o apetite reduzido. O conteúdo pode ser acessado gratuitamente pelo link oficial da marca.

Perfil Brasil
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade