Imagem da cidade de Prypiat (Ucrânia) e de parte do sarcófago que cobre o reator de Chernobyl
Foto: Reuters
Um conselheiro do governo ucraniano informou que a usina de Chernobyl foi tomada pelas tropas russas nesta tarde. Segundo a Reuters, Mykhailo Podolya afirmou que no momento "é impossível saber se a usina está segura".
Alguns militares russos se concentraram na chamada "zona de exclusão" de Chernobyl antes de invadir a Ucrânia. Ainda segundo a Reuters, a captura da usina teria como objetivo controlar o reator nuclear de Chernobyl para sinalizar à Otan que não interfira militarmente no conflito.
Mais cedo o Ministério do Interior da Ucrânia informou que tropas russas vindas de Belarus estavam próximas à área da usina, local onde houve um gravíssimo acidente nuclear na década de 1980.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, disse nesta quinta-feira, 24, que forças ucranianas tentaram evitar que a Rússia capturasse a antiga usina. Mas cedo Kiev informou que os locais de estocagem dos produtos nucleares estão intactos, mas há o temor de que a planta seja destruída.
Partes da região ucraniana de Kherson, no sul do país, não estão mais sob controle de Kiev, disse a administração regional, em um momento em que forças russas atacam por terra, mar e ar.
Tanques são vistos em território ucraniano
Foto: Reuters
Tanques são vistos em território ucraniano
Foto: Reuters
Tanques são vistos em território ucraniano
Foto: Reuters
Tanques são vistos em território ucraniano
Foto: Reuters
Protesto na Alemanha contra a guerra de Rússia e Ucrânia
Foto: Reuters
Fumaça é vista em território ucraniano após bombardeio
Foto: Reuters
Soldados da Otan de prontidão na Ucrânia
Foto: Reuters
Soldado da Otan caminha em uma das trincheiras abertas para o conflito
Foto: Reuters
Fila dos carros que tentam deixar Kiev
Foto: Reuters
Tanquistas ucraniano se preparam para o conflito
Foto: Reuters
Destroços após bombardeio em Kiev
Foto: Reuters
Militares e civis demonstram apreensão diante do conflito na região
Foto: Reuters
Equipes de resgate trabalham no local da quieda de uma aeronave das Forças Armadas da Ucrânia, que, de acordo com o Serviço de Emergência do Estado, foi abatido na região de Kiev, na Ucrânia
Foto: Equipes de resgate trabalham no local da quieda de uma aeronave das Forças Armadas da Ucrânia, que, de acordo com o Serviço de Emergência do Estado, foi abatido na região de Kiev, na Ucrânia
Uma mulher abraça seu filho após cruzar a fronteira húngara-ucraniana, após o presidente russo Vladimir Putin autorizar operação militar
Foto: Bernadett Szabo / Reuters
Mulher chora ao participar de uma manifestação pró-ucraniana realizada perto de Downing Street, em Londres
Foto: Peter Cziborra / Reuters
Pessoas se reúnem em uma rodoviária enquanto tentam deixar a cidade de Kiev, na Ucrânia
Foto: Volodymyr Petrov / Reuters
Pessoas acenam enquanto um caminhão militar do Exército russo com a letra 'Z' circula por uma rua, depois que o presidente russo, Vladimir Putin, autorizou uma operação militar no leste da Ucrânia, na cidade de Armyansk, na Crimeia
Foto: Reuters
Mulher chora durante um protesto em Moscou, Rússia, que repudia a ação militar russa contra a Ucrânia
Foto: Evgenia Novozhenina
Uma mulher é vista pela janela quebrada de sua casa, que, segundo os moradores, foi danificado por bombardeios recentes na cidade controlada pelos separatistas de Yasynuvata (Yasinovataya) na região de Donetsk, Ucrânia
Foto: Umit Bektas
O bebê, cuja família acabou de fugir da violência na Ucrânia, é colocado em um ônibus para ser transportado para longe da fronteira, em Medyka, Polônia
Foto: Bryan Woolston / Reuters
Criança passa por um prédio, que, segundo os moradores, foi danificado por bombardeios recentes na cidade controlada pelos separatistas de Yasynuvata (Yasinovataya) na região de Donetsk, Ucrânia
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