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Terremotos na Venezuela danificam Embaixadas de Itália e França

Não há registros de vítimas desses países em Caracas até o momento

25 jun 2026 - 09h50
(atualizado às 10h06)
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Terremotos causaram inúmeros danos a edifícios na Venezuela
Terremotos causaram inúmeros danos a edifícios na Venezuela
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Os edifícios que abrigam a Embaixada da Itália e da França em Caracas, na Venezuela, estão entre os prédios danificados pelos terremotos de magnitudes 7.2 e 7.5 na escala Richter que atingiram o país na noite de quarta-feira (24). No entanto, os governos de Roma e Paris confirmaram que não há registros de seus cidadãos entre as vítimas até o momento.

"Ela [a Embaixada da Itália] está localizada no mesmo prédio que abriga as repartições municipais de Chacao, um dos maiores de Caracas", disse o embaixador em missão no país sul-americano Giovanni Umberto De Vito à Sky Tg24, reforçando que, apesar da tragédia, o trabalho diplomático prossegue, a ponto de ter acolhido, em sua residência, alguns italianos cujas casas foram destruídas.

Em entrevista ao mesmo canal, o vice-premiê da Itália e ministro das Relações Exteriores, Antonio Tajani, informou que os cidadãos do país que foram registrados nos sistemas de "Unidade de Crise" e "Viajar com Segurança" "foram todos contatados e, até o momento, não há vítimas".

Outro edifício diplomático danificado pelos tremores foi a Embaixada da França, conforme confirmou o Ministério das Relações Exteriores de Paris, destacando que seus funcionários "foram contatados e estão em segurança".

"No momento, não temos informações sobre vítimas francesas", afirmou o Quai d'Orsay, acrescentando que as equipes da Embaixada e do Ministério estão "mobilizadas e em contato com a comunidade francesa na Venezuela para prestar assistência".

Cerca de 2 mil cidadãos franceses estão registrados nos serviços consulares no país na América Latina.

A França também se declarou "pronta para examinar, juntamente com parceiros europeus, formas de atender às necessidades mais urgentes da população local, caso as autoridades venezuelanas solicitem". 

Ansa - Brasil
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