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Suprema Corte de Israel adia lei que protege primeiro-ministro de afastamento forçado

3 jan 2024 - 16h42
(atualizado às 17h09)
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A Suprema Corte de Israel adiou nesta quarta-feira a implementação de uma emenda a uma lei básica que protegeria o primeiro-ministro de ser forçado a se afastar do cargo se for ordenado a fazê-lo pelo procurador-geral ou pela Suprema Corte. 

O tribunal afirmou que a emenda seria adiada até o próximo mandato do parlamento israelense, dizendo que tinha "natureza claramente pessoal" e era um uso indevido da autoridade constituinte do Knesset, segundo um comunicado do tribunal. 

Os defensores da lei disseram que ela tem o objetivo de proteger qualquer líder democraticamente eleito de uma destituição injusta. 

Mas juízes a favor do adiamento disseram que a emenda foi aprovada para servir as necessidades de um indivíduo específico. 

Grupos de supervisão política e o partido de oposição questionaram a emenda de 23 março a uma "Lei Básica" quase constitucional que o próprio procurador-geral do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu descreveu como concebida para preservar seu mandato, em meio a um longo julgamento por corrupção. 

A Suprema Corte de Israel derrubou na segunda-feira uma lei muito contestada aprovada pelo governo de extrema-direita de Netanyahu que reduzia parte dos poderes do tribunal e motivou meses de protestos nacionais. 

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