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Papa pede que fiéis não permaneçam fechados em suas próprias convicções

Leão XIV destacou necessidade de se abrir para novos caminhos na fé

23 ago 2026 - 12h24
(atualizado às 12h31)
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Resumo
Durante a celebração do Angelus, o papa Leão XIV pediu que os fiéis superem certezas e clichês religiosos, buscando uma fé viva e aberta a novos caminhos individuais e pastorais. Além da mensagem espiritual, o pontífice apelou por uma ação da comunidade internacional contra a epidemia de Ebola na República Democrática do Congo e expressou solidariedade à República Centro-Africana pelas vítimas do desabamento de uma mina.

Após as visitas a San Marino e à cidade de Rimini, na Itália, o papa Leão XIV pediu aos fiéis, durante a celebração do Angelus, no Vaticano, que não permaneçam fechados em suas próprias convicções e certezas religiosas.

Leão XIV destacou necessidade de se abrir para novos caminhos na fé
Leão XIV destacou necessidade de se abrir para novos caminhos na fé
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"Às vezes, em relação à fé cristã, contentamo-nos com o 'ouvi dizer', com clichês ou com o que nos foi transmitido, talvez até com boas intenções; no entanto, Jesus nos chama a uma resposta pessoal, a conhecê-Lo intimamente e a nos deixarmos moldar pela amizade com Ele em um encontro sempre novo", declarou o pontífice americano.

Em sua mensagem, o líder da Igreja Católica acrescentou que essa atitude poderá "exigir que percorramos caminhos inexplorados e façamos escolhas diferentes daquelas que havíamos imaginado".

"Isso se aplica tanto às nossas jornadas pessoais quanto ao caminho da Igreja e às suas decisões pastorais, situações em que, às vezes, pensamos que basta continuar simplesmente como sempre fizemos", analisou.

Robert Francis Prevost também voltou seus pensamentos para a República Democrática do Congo, especialmente "em relação à propagação da epidemia de Ebola, que infelizmente está ceifando muitas vidas".

"Encorajo a comunidade internacional a organizar uma resposta, que envolva ativamente as comunidades locais, em esforços de prevenção destinados a salvar muitas vidas humanas", declarou.

O religioso ainda expressou sua proximidade "ao povo da República Centro-Africana, que chora as vítimas do desabamento de uma mina em Zamboye". .

Ansa - Brasil
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