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Papa Leão XIV escolhe oficial da Guarda Suíça como novo mordomo

Anton Kappler substituirá Piergiorgio Zanetti, que serviu o falecido Francisco

6 mar 2026 - 14h22
(atualizado às 14h32)
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O tenente aposentado da Guarda Suíça Anton Kappler foi escolhido como o novo mordomo do papa Leão XIV, segundo informação obtida junto a fontes do Vaticano.

Anton Kappler nasceu em 16 de agosto de 1979
Anton Kappler nasceu em 16 de agosto de 1979
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O novo ajudante do Santo Padre substituirá Piergiorgio Zanetti, que se aposentou na semana passada e serviu o falecido papa Francisco.

Nascido em 16 de agosto de 1979, em Wattwil, Kappler é membro da Guarda Suíça Pontifícia desde fevereiro de 2001. Durante muitos anos, ele foi responsável pelo arsenal. Antes de ser promovido a tenente, também serviu como sargento de esquadrão.

Mais recentemente, como tenente, comandava a terceira seção da Guarda, que inclui os membros da banda musical do destacamento.

O papel do mordomo vai muito além de tarefas administrativas ou protocolares. O responsável pela função organiza a rotina diária do pontífice, cuida de aspectos íntimos da vida pessoal, acompanha o religioso em momentos cotidianos e, sobretudo, preserva o sigilo absoluto sobre tudo o que presencia nos aposentos pontifícios.

Trata-se de uma figura discreta, raramente mencionada em documentos oficiais, mas essencial para manter o equilíbrio entre a vida pública e privada do sucessor de Pedro.

Ao longo da história, diversos mordomos se tornaram emblemáticos, incluindo os irmãos Giampaolo e Guido Gusso, ajudantes de João XXIII, e Angelo Gugel, que auxiliou João Paulo II por um bom período.

Entre eles também está Sandro Mariotti (conhecido como "Sandrone" por ter 1,90m de altura), que foi nomeado em 2012 pelo papa Bento XIV e ocupou o cargo por 12 anos.

Ele substituiu Paolo Gabriele, que ficou conhecido por ter furtado e vazado documentos secretos do pontificado no escândalo conhecido como "Vatileaks". "Paoletto" confessou a ação e foi condenado a 18 meses de prisão, mas recebeu um indulto de Joseph Ratzinger. Ele morreu em 2020, aos 54 anos.

Mariotti, por sua vez, foi mantido por Jorge Bergoglio após sua eleição em março de 2013. Ele acompanhou o Papa em momentos de dificuldades de saúde, como quando o pontífice passou a se locomover através de cadeira de rodas. 

Ansa - Brasil
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