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Papa expressa preocupação com Somália e pede ajuda da comunidade internacional

No Angelus, Leão XIV destacou importância de aprender com erros do passado

20 set 2026 - 10h58
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Resumo
Durante o Angelus, o papa Leão XIV manifestou preocupação com a grave crise humanitária na Somália, agravada por violência e eventos climáticos extremos que afetam sobretudo mulheres e crianças, e pediu apoio generoso da comunidade internacional. O pontífice também destacou a importância da paz, da superação de rivalidades e do abandono de divisões, além de lembrar as vítimas da Segunda Guerra Mundial em Pescantina, enfatizando que é essencial aprender com a história para evitar erros passados.

O papa Leão XIV manifestou neste domingo (20) preocupação com a crise humanitária em partes da Somália e pediu um compromisso maior da comunidade internacional para auxiliar a população afetada pela violência e por fenômenos climáticos extremos.

    Durante o Angelus, o pontífice afirmou acompanhar "com grande preocupação" a situação no país, destacando que os episódios de violência e as condições climáticas adversas estão agravando uma realidade já precária da população, especialmente para mulheres e crianças.

    "Espero um compromisso generoso da comunidade internacional, para que não falte a assistência necessária aos nossos irmãos e irmãs daquela região", declarou.

    Em sua reflexão sobre o Evangelho do dia, o Papa também falou sobre a importância da paz e da superação das rivalidades.

    Segundo ele, "todos ganhamos alegria, sabedoria e futuro quando a lei do amor interrompe a lei do cálculo, quando a experiência da misericórdia amplia o conceito de mérito e quando o dom da paz suspende as rivalidades e nos aproxima em gratidão".

    Leão XIV afirmou ainda que não deve haver espaço para inveja e divisão diante da ação de Deus e convidou os fiéis a buscar o Senhor e abandonar "os caminhos tortuosos e os pensamentos perversos".

    "Os planos de Deus são infinitamente maiores e ? ouso dizer ? mais 'humanos' do que aqueles que nós, homens e mulheres marcados pelo pecado, poderíamos conceber ou concretizar", concluiu.

    Ao final da oração na Praça São Pedro, o líder da Igreja Católica também fez referência a Pescantina, na província italiana de Verona, onde ocorre um evento em um monumento dedicado aos ex-internados deportados e mantidos prisioneiros durante a Segunda Guerra Mundial.

    "Não devemos esquecer, mas sim aprender com a história para não repetir os erros do passado", concluiu. .

Ansa - Brasil
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