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Oriente Médio

Aiatolá diz que Israel será riscado do mapa e devolvido a palestinos

16 ago 2012 - 06h56
(atualizado às 07h45)
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O Estado de Israel "será apagado da geografia mundial" e seu território será "devolvido à nação palestina", afirmou o líder supremo da revolução iraniana, o aiatolá Ali Khamenei, em reunião com ex-combatentes da guerra entre Irã e Iraque, informou nesta quinta-feira a agência oficial Irna.

A tensão crescente entre Irã e Israel e Estados Unidos têm sido marcada pela frequente troca de ameaças. No domingo, o ministro da Defesa do Irã, Ahmad Vahidi, ameaçou ensinar aos Estados Unidos o "verdadeiro significado da guerra" e alertou para os "golpes destrutivos e poderosos dos mísseis e foguetes do Irã". Apesar de haver muita desinformação sobre o poderio de suas armas, o Irã é notório por realizar seguidos testes de mísseis. Veja a seguir parte do arsenal iraniano
A tensão crescente entre Irã e Israel e Estados Unidos têm sido marcada pela frequente troca de ameaças. No domingo, o ministro da Defesa do Irã, Ahmad Vahidi, ameaçou ensinar aos Estados Unidos o "verdadeiro significado da guerra" e alertou para os "golpes destrutivos e poderosos dos mísseis e foguetes do Irã". Apesar de haver muita desinformação sobre o poderio de suas armas, o Irã é notório por realizar seguidos testes de mísseis. Veja a seguir parte do arsenal iraniano
Foto: Terra

Nesse encontro, que aconteceu ontem, dois dias antes do Dia de Jerusalém, Khamenei disse que "os sionistas (israelenses) e seus partidários querem apagar da consciência mundial o conflito palestino, mas o mundo islâmico há de resistir a esse plano".

Para ele, a revolução iraniana, que levou à criação da República Islâmica, representa um "obstáculo histórico nos esforços das potências hegemônicas (os Estados Unidos e seus aliados ocidentais) para fazer esquecer a questão da ocupação da Palestina".

O líder iraniano acusou as potências hegemônicas de conspirar para a criação do Estado de Israel sobre o território da Palestina e assegurou que, sem essas interferências ocidentais, no Oriente Médio "as guerras e os conflitos nunca teriam ocorrido".

O Irã não reconhece a existência do Estado de Israel, ao que denomina entidade sionista, e Khamenei reiterou em diversas ocasiões que apoiará qualquer medida para fazê-lo desaparecer. Em fevereiro deste ano, Khamenei disse que Israel "é um tumor cancerígeno que deve ser extraído, o que acontecerá com a ajuda de Deus".

O criador da República Islâmica do Irã, o aiatolá Ruhollah Khomeini, instituiu em 1979 o Dia Internacional de Jerusalém, na última sexta-feira do mês sagrado do Ramadã, a fim de mostrar a solidariedade com o povo palestino e sua oposição ao controle de Jerusalém por parte de Israel.

EFE   
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