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'Número 2' do Vaticano diz que Papa não deixou carta de renúncia

Parolin garantiu que papado de Leão XIV 'continua'

16 out 2026 - 14h26
(atualizado às 14h38)
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Resumo
O secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, negou que o papa Leão XIV tenha deixado uma carta de renúncia antes de sua cirurgia para retirar um nódulo pulmonar. Segundo Parolin, o quadro de saúde não era grave a ponto de justificar a medida preventiva, que difere de ações tomadas anteriormente por Francisco e Pio XII. O líder garantiu que o governo da Igreja Católica permanece ativo.

O secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, garantiu nesta sexta-feira (16) que o papa Leão XIV não deixou uma carta de renúncia como medida de precaução antes de ser internado em Roma para a remoção de um nódulo pulmonar.

    "Não, ele não fez isso. E nem havia necessidade: a situação não era grave a ponto de exigir providências para uma eventual ausência de governo", disse Parolin à margem de um evento da Universidade Católica de Roma.

    No início de seu papado, em 2013, Francisco deixou uma carta de renúncia como medida extraordinária ao então secretário de Estado Tarcisio Bertone, caso uma doença o impedisse de prosseguir como pontífice.

    A mesma coisa foi feita por Pio XII durante a Segunda Guerra Mundial. "Mas ali tinha Hitler, que o ameaçava", observou Parolin.

    "O governo da Igreja continua", reforçou o número dois do Vaticano a respeito do papado de Robert Prevost. .

Ansa - Brasil
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