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Navio de guerra australiano navega o Estreito de Taiwan e é seguido pela Marinha chinesa

22 fev 2026 - 13h05
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Um navio de guerra australiano ‌navegou pelo Estreito de Taiwan, informou uma fonte do governo neste domingo, na mais recente travessia dessa sensível via navegável por um aliado dos Estados Unidos que, segundo a mídia estatal chinesa, foi rastreado e monitorado pelas ⁠Forças Armadas do país.

Além de reivindicar soberania sobre Taiwan, ‌governado democraticamente, Pequim considera o estreito, altamente estratégico, como águas territoriais chinesas e tem respondido agressivamente, em ‌algumas ocasiões, a navios estrangeiros que ‌navegam por lá.

O Toowoomba, uma fragata da ⁠classe Anzac da Marinha Real Australiana, "realizou uma travessia de rotina pelo Estreito de Taiwan" na sexta-feira e no sábado como parte de uma "Implantação de Presença Regional na região Indo-Pacífico", disse a fonte.

"Todas as interações com navios e ‌aeronaves estrangeiros foram seguras e profissionais", disse a fonte.

O ‌jornal chinês Global Times, ⁠apoiado pelo ⁠Estado, citando uma fonte militar chinesa, informou no sábado à noite ⁠que "o Exército de ‌Libertação Popular da China ‌realizou operações completas de rastreamento, monitoramento e alerta durante todo o trânsito".

O Ministério da Defesa de Taiwan disse em um comunicado que monitora de perto os ⁠céus e as águas ao redor da ilha e que o estreito é uma via navegável internacional na qual todos os países gozam do direito de liberdade de navegação.

"O Ministério ‌da Defesa Nacional não divulgará proativamente os movimentos de aeronaves e navios de países aliados amigos", acrescentou, sem ⁠dar mais detalhes.

Navios de guerra dos EUA atravessam o estreito a cada poucos meses, enfurecendo Pequim, e alguns aliados dos EUA, como França, Austrália, Reino Unido e Canadá, também realizam trânsitos ocasionais.

A China intensificou sua presença militar ao redor de Taiwan e realizou seus últimos jogos de guerra ao redor da ilha no final de dezembro.

O governo de Taiwan rejeita as reivindicações de soberania de Pequim, afirmando que apenas o povo da ilha pode decidir seu futuro.

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