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Meloni condena ataque e exige que autor seja 'responsabilizado integralmente'

Salim El Koudri deixou 7 feridos ao atropelar pedestres no centro de Modena

16 mai 2026 - 14h57
(atualizado às 15h59)
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A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, declarou neste sábado (16) que o episódio ocorrido em Modena, no qual um homem atropelou diversos pedestres e depois teria esfaqueado uma pessoa, é "extremamente grave".

Em publicação nas redes sociais, Meloni expressou solidariedade às vítimas e agradeceu aos cidadãos que ajudaram a conter o suspeito antes da chegada das autoridades.

"Expresso minha solidariedade aos feridos e às suas famílias. Agradeço também aos cidadãos que corajosamente intervieram para deter o agressor e à polícia por sua intervenção", afirmou a premiê.

Meloni informou ainda que conversou por telefone com o prefeito de Modena, Massimo Mezzetti, e disse acompanhar o caso em contato constante com as autoridades locais.

"Conversei com o prefeito e permaneço em contato constante com as autoridades para acompanhar o desenrolar do caso. Confio que o agressor será responsabilizado integralmente por seus atos", concluiu.

Em nota, a Prefeitura de Modena confirmou o telefonema da chefe de governo, destacando que Meloni procurou "apurar os fatos, expressar solidariedade e agradecer aos cidadãos que intervieram para deter o agressor". O prefeito agradeceu a manifestação de apoio da primeira-ministra.

As circunstâncias do ataque ainda estão sendo investigadas pelas autoridades italianas. O vice-premiê e ministro de Infraestrutura, Matteo Salvini, confirmou que o autor do ocorrido é Salim El Koudri , formado em economia.

O homem de 31 anos nasceu na província de Bergamo, mas reside na região de Modena. Segundo relatos, ele não estava sob efeito de drogas ou álcool e não tem antecedentes criminais.

O cidadão deixou ao menos sete feridos, incluindo três em estado grave. Uma mulher teria perdido as duas pernas na hora, contou Luca Signorelli, italiano que localizou o motorista.

"Não há justificativa para um crime tão hediondo", lamentou Salvini. 

Ansa - Brasil
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