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Macron classifica tiroteio na França como ataque 'terrorista racista'

Agressor foi capturado pela polícia após abrir fogo em Trappes e La Verrière

23 out 2026 - 16h31
(atualizado às 16h42)
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Resumo
O presidente francês, Emmanuel Macron, classificou como ataque terrorista racista e premeditado o tiroteio que deixou um morto e quatro feridos em Trappes e La Verrière. O atirador, já preso, disparou de dentro de um carro e poupou vítimas com base na cor da pele, segundo o mandatário. Entre os feridos está uma menina de 12 anos, que se encontra estável. Diante do trauma nacional, Macron pediu união à população e afirmou com firmeza que a República não cederá ao avanço de ideologias extremistas.

O presidente da França, Emmanuel Macron, classificou o tiroteio nas cidades de Trappes e La Verrière, a cerca de 40 quilômetros de Paris, como "um ataque terrorista racista".

Mandatário instou a população a "não ceder" e a "não baixar a cabeça"
Mandatário instou a população a "não ceder" e a "não baixar a cabeça"
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O agressor, capturado pela polícia francesa, matou pelo menos uma pessoa e deixou outras quatro feridas. O indivíduo estava dentro de um carro quando efetuou os disparos nos dois municípios.

"Foi um ataque terrorista racista, o primeiro do gênero na França. Uma mudança de cenário, mas a República não cederá. Neste momento, precisamos fazer uma única coisa: permanecer unidos e lembrar quem somos", disse Macron, acrescentando que o país inteiro está "traumatizado".

Ao condenar o ataque, que teria sido motivado por uma "ideologia racista", o mandatário instou a população a "não ceder" e a "não baixar a cabeça" diante de "ideias que estão criando raízes" e que poderiam "justificar" atos de violência como esse.

O chefe de Estado francês também declarou que o autor dos disparos "poupou certas pessoas com base na cor de sua pele" e que o ato teria sido "premeditado".

Em Trappes, Macron se encontrou com equipes de socorro, os prefeitos das cidades afetadas e uma mulher cujo "carro foi crivado de balas pelo terrorista" enquanto ela estava no local "com sua filha de 12 anos".

Nicolas Dainville, prefeito de La Verrière, afirmou que a criança foi atingida pelo agressor, mas que seu estado de saúde era estável até o momento da declaração. .

Ansa - Brasil
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