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Liga Árabe define 'apoio total' ao Catar após ataque de Israel

De sanções à 'Otan árabe', países sugeriram respostas a Tel Aviv

15 set 2025 - 12h32
(atualizado às 12h56)
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A Liga de Estados Árabes definiu por unanimidade "total apoio" político e diplomático ao Catar após o ataque de Israel contra uma sede do Hamas em seu território na semana passada. A declaração foi dada nesta segunda-feira (15) durante uma cúpula em Doha.

Lideranças árabes-islâmicas se reúnem no Catar após ataque de Israel em Doha
Lideranças árabes-islâmicas se reúnem no Catar após ataque de Israel em Doha
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"A unidade árabe-islâmica deve ser fortalecida nas organizações internacionais", diz um dos pontos do documento que está sendo redigido pelos líderes locais, de acordo com a Al Jazeera.

Na abertura do encontro, o primeiro-ministro do Catar, Mohammed Al Thani, defendeu sanções contra o governo de Benjamin Netanyahu.

"A comunidade internacional deve parar de aplicar 'dois pesos e duas medidas' [contra Netanyahu] e punir Israel por todos os crimes que cometeu", declarou Al Thani.

Já o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, sugeriu como penalidade a Israel o "isolamento econômico".

"No setor econômico, Israel deveria ser deixado de lado", disse Erdogan, reforçando que "como Turquia, interrompemos todas as transações com os israelenses no último um ano e meio", depois de Ancara também ter anunciado nas últimas semanas que fechou seu espaço aéreo e seus portos a Tel Aviv.

"O verdadeiro objetivo do governo Netanyahu é continuar o massacre e o genocídio na Palestina e, sem qualquer discriminação, levar toda a região à instabilidade", acrescentou Erdogan.

O Iraque, por sua vez, afirmou que os membros da Liga deveriam criar um acordo semelhante ao da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), entre Estados Unidos e países europeus.

"Um ataque inimigo é equivalente a uma agressão contra todos nós. Precisamos de uma resposta de segurança coletiva, no estilo da Otan", falou o primeiro-ministro iraquiano, Mohammed al-Sudani, citado pela Al Jazeera, ao comentar o atentado israelense contra um prédio em Doha no último 9 de setembro a fim de "eliminar integrantes do Hamas".

Segundo nota do grupo fundamentalista emitida na semana passada, o ataque das Forças de Defesa de Israel (IDF) não matou nenhum de seus líderes, mas sim "o filho de seu negociador-chefe, Khalil al-Hayya; o chefe de gabinete do líder local, três seguranças e um policial", tendo ferido ainda a esposa e a nora de Al-Hayya. 

Ansa - Brasil
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