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Itália relembra 80 anos das leis raciais do fascismo

"Página negra do país", disse o primeiro-ministro Giusepe Conte

18 set 2018 - 15h13
(atualizado às 15h36)
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A Itália relembrou nesta terça-feira (18) os 80 anos do anúncio das leis raciais do regime fascista de Benito Mussolini, que deram as diretrizes para a perseguição contra judeus no país.

Com as leis raciais, Mussolini se aproximou de maneira definitiva do regime nazista
Com as leis raciais, Mussolini se aproximou de maneira definitiva do regime nazista
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Os decretos foram sancionados pelo rei Vittorio Emanuele III e marcaram a aproximação definitiva com o nazismo alemão. Era 18 de setembro de 1938 quando Mussolini subiu em um palanque em Trieste e anunciou o conteúdo das leis contra os judeus, que seriam proibidos de possuir empresas, terrenos e imóveis de determinado valor, de trabalhar no poder público, de prestar serviço militar e de se casar com pessoas de outra religião.

Antes disso, no início de setembro, já havia entrado em vigor o decreto que impedia judeus de frequentarem instituições de ensino. "18/9/1938: uma página negra de nosso país. Mussolini, em Trieste, anunciou a iminente promulgação das leis raciais. 80 anos depois, devemos preservar a memória dessa ferida", escreveu o primeiro-ministro Giuseppe Conte no Twitter.

Na próxima quinta (20), a Universidade de Pisa reunirá os reitores de diversas instituições de ensino italianas para pedir desculpas aos judeus por sua colaboração com o fascismo. As leis se basearam no "manifesto da raça", documento que usava argumentos pretensamente científicos para vender a falsa ideia de uma "raça italiana de origem ariana".

Ansa - Brasil
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