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Itália confirma crescimento de 0,2% no PIB no 2º trimestre

Resultado se deve a um avanço de 0,4% no setor de serviços

1 set 2026 - 12h13
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Resumo
O PIB da Itália cresceu 0,2% no segundo trimestre de 2026 e 1% na comparação anual, puxado pelo setor de serviços. Com isso, o avanço acumulado no ano chega a 0,8%, superando a meta de 0,6% do governo. No cenário macroeconômico, a inflação acelerou para 3,3% em agosto, pressionada pelos custos de energia, atingindo o maior nível desde setembro de 2023. Já o mercado de trabalho apresentou melhora, com a taxa de desemprego recuando para 5,8% em julho, segundo dados oficiais do Istat.

A Itália confirmou nesta terça-feira (1º) o crescimento de 0,2% em seu produto interno bruto (PIB) no segundo trimestre de 2026, na comparação com os três meses anteriores, como havia sido antecipado por uma estimativa preliminar divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística (Istat) em 30 de julho.

    Em relação ao período entre abril e junho de 2025, a expansão da economia italiana foi de 1%.

    O crescimento de 0,2% marca uma leve desaceleração em relação à alta de 0,3% vista no primeiro quarto do ano e é fruto de uma expansão no setor de serviços (+0,4%) e de contrações na agricultura (-0,2%) e na indústria (-0,5%), segundo o Istat. Já as importações cresceram 1,7%, e as exportações, 0,8%.

    O crescimento acumulado do PIB italiano em 2026 é de 0,8%, resultado acima da projeção do governo para o ano inteiro, que é de 0,6%.

    Inflação e desemprego - O Istat também divulgou o resultado preliminar da inflação em agosto, que registrou alta de 3,3% na comparação com igual período do ano passado e de 0,5% em relação a julho.

    Isso representa uma aceleração do índice sobre o mês anterior, quando a inflação anualizada havia sido de 2,9%. O resultado de 3,3% é o maior desde setembro de 2023 e se deve sobretudo ao andamento dos preços de bens energéticos, cuja inflação passou de 11,6% em julho para 17% em agosto.

    Já a taxa de desemprego em julho caiu 0,1 ponto, para 5,8%, de acordo com o Istat. .

Ansa - Brasil
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