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Israel nega tortura de ativistas interceptados rumo a Gaza

Chancelaria de Tel Aviv chamou acusações de 'falsas' e 'infundadas'

3 mai 2026 - 14h30
(atualizado às 14h34)
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O Ministério das Relações Exteriores de Israel negou as acusações de que os ativistas Saif Abu Keshek e Thiago Ávila, interceptados enquanto seguiam com a Flotilha Global Sumud rumo à Faixa de Gaza, tenham sido torturados ou espancados.

Chancelaria de Tel Aviv chamou acusações de 'falsas' e 'infundadas'
Chancelaria de Tel Aviv chamou acusações de 'falsas' e 'infundadas'
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"Ao contrário das alegações falsas e infundadas, Keshek e Ávila nunca foram torturados. Após um confronto físico violento com membros da tripulação israelense, estes foram obrigados a intervir para conter as ações", informou a chancelaria.

As autoridades israelenses acrescentaram que, durante a transferência dos ativistas para as autoridades da Grécia, alguns integrantes da flotilha "se recusaram a cooperar e passaram a protestar de forma violenta".

"Para conter a violência e concluir a transferência, uma unidade policial a bordo de um navio das Forças de Defesa de Israel foi obrigada a usar a força", afirmou o governo.

Keshek, palestino-espanhol, e Ávila, brasileiro, que foram interrogados em Israel, compareceram neste domingo ao tribunal algemados nas mãos e nos pés. .

Ansa - Brasil
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