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Irã nega ter disparado míssil balístico em direção à Turquia

Sistemas de defesa da Otan neutralizaram munição na última segunda

10 mar 2026 - 14h16
(atualizado às 14h27)
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O Irã negou nesta terça-feira (10) qualquer envolvimento no lançamento de mísseis contra o território da Turquia, um dia após sistemas de defesa da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) interceptarem um míssil balístico no espaço aéreo turco.

Sistema da Otan derrubou míssil no espaço aéreo turco
Sistema da Otan derrubou míssil no espaço aéreo turco
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

A declaração foi feita pelo ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, durante conversa telefônica com seu homólogo turco, Hakan Fidan.

Segundo a agência ISNA, Fidan classificou a violação do espaço turco como "inaceitável" e afirmou que Ancara continuará a adotar todas as medidas necessárias para proteger seu território.

"Todas as partes em conflito devem evitar qualquer ação que coloque em risco a segurança regional e ponha em perigo civis", acrescentou Araghchi.

De acordo com as autoridades turcas, a Otan neutralizou o projétil antes dele atingir qualquer área urbana. Fragmentos da munição caíram em campos vazios na província de Gaziantep, no sudeste da Turquia, sem registro de vítimas ou danos relevantes.

O alerta disparado pela Turquia ocorreu uma hora depois de os Estados Unidos anunciarem o fechamento de seu consulado em Adana, no sudeste do país, e instarem o pessoal não essencial a deixar o território "devido a riscos de segurança".

Hoje, o governo espanhol expressou "as mais profundas condolências" às famílias das vítimas de ataques recentes contra países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) e a Turquia.

Em seu comunicado, Madri destacou a morte de duas pessoas na Arábia Saudita e manifestou solidariedade com todos os feridos.

O Ministério das Relações Exteriores espanhol classificou os ataques iranianos como "inaceitáveis" e destacou o lançamento de um míssil contra a Turquia como "uma grave violação do direito internacional e da Carta das Nações Unidas".

Por fim, reforçou seu apelo pela retomada do diálogo, alertando que a violência e a escalada militar apenas geram instabilidade, prejudicando a paz, a segurança e a prosperidade regional.

Ansa - Brasil
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