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Governo venezuelano diz desconhecer paradeiro de Maduro e esposa e exige provas de vida

Trump diz que casal foi capturado durante invasão nesta madrugada

3 jan 2026 - 08h21
(atualizado às 09h02)
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Maduro usa boné com os dizeres: No War, Yes Peace.
Maduro usa boné com os dizeres: No War, Yes Peace.
Foto: Reprodução/TeleSur / Estadão

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse ‌que o paradeiro do presidente ‌Nicolás Maduro e de sua esposa Cilia Flores é desconhecido ‍após ataque aéreo dos EUA no país sul-americano. Ela exigiu provas de ‌vida tanto ‌para Maduro quanto para Flores, de acordo com um áudio transmitido pela televisão estatal no sábado.

"Diante dessa situação brutal e desse ataque brutal, não sabemos o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores. Exigimos do governo do presidente Donald ‌Trump provas de vida imediatas do presidente Maduro e da primeira-dama", afirmou.

Os Estados Unidos bombardearam Caracas, capital da Venezuela, durante a madrugada deste sábado, 3. O presidente americano, Donald Trump, afirmou que o presidente venezuelano sua esposa, Cilia Flores, foram capturados. A informação foi divulgada em sua rede social, a Truth Social.

"Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea. Essa operação foi realizada em conjunto com forças de aplicação da lei dos Estados Unidos".

Nas redes sociais, é possível encontrar vídeos que mostram helicópteros das Forças de Operações Especiais dos EUA sobrevoando a capital venezuelana, enquanto múltiplas explosões são vistas na cidade. As aeronaves seriam CH-47G Chinook, projetados para operações secretas. 

O governo da Venezuela confirmou que as explosões ocorreram nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, além de Caracas. O país decretou estado de emergência devido à “ofensiva imperialista” dos EUA e mobilizou as forças de defesa. Ainda não há informações sobre mortos e feridos.

O Fuerte Tiuna, o maior complexo militar da Venezuela e sede do Ministério da Defesa e do comando do exército, foi visto em chamas em Caracas após explosões na cidade. Testemunhas relataram à agência de notícias Reuters que os ataques ocorreram a partir das 2h (6h de Brasília), o que gerou colunas de fumaça preta em diferentes pontos da capital. Também houve relatos de queda de energia no sul da cidade, próximo à base militar. 

Em agosto, uma flotilha militar foi enviada pelos Estados Unidos ao Caribe e quase 30 embarcações já foram bombardeadas, causando mais de cem mortes. Caracas afirma que as manobras pretendem derrubar o regime venezuelano.

Trump afirmou que mais detalhes serão apresentados em uma coletiva de imprensa marcada para às 13h (horário de Brasília), em Mar-a-Lago, na Flórida. (*Com informações do Estadão Conteúdo e da Reuters)

Fonte: Portal Terra
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