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Gaza: Netanyahu diz estar disposto a negociar trégua permanente

Premiê israelense, contudo, não descartou uso da força

10 jul 2025 - 17h04
(atualizado às 17h20)
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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ameaçou nesta quinta-feira (10) usar a força na Faixa de Gaza e garantiu que o país está determinado em recuperar todos os reféns mantidos pelo grupo fundamentalista islâmico Hamas.

Premiê israelense, contudo, não descartou uso da força na Faixa de Gaza
Premiê israelense, contudo, não descartou uso da força na Faixa de Gaza
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O chefe de governo israelense não escondeu o desejo de encerrar de forma definitiva o conflito no enclave palestino, mas declarou que um acordo só será fechado se algumas condições forem alcançadas.

"No início desse cessar-fogo, iniciaremos imediatamente negociações para encerrar definitivamente a guerra. Mas, para isso, devem existir condições mínimas: o desarmamento do Hamas, a desmilitarização de Gaza e a ausência de capacidade militar ou de governo para o Hamas", comentou Netanyahu.

O político abriu as portas para que isso seja alcançado através da diplomacia, mas ameaçou que, caso não houver avanços dentro de dois meses, as Forças de Defesa de Israel (IDF) passarão a usar a força em Gaza.

"Se isso puder ser alcançado por meio da diplomacia, excelente. Porém, se isso não acontecer dentro de 60 dias após a trégua, faremos isso por outros meios, por meio do uso da força e do poderio do nosso exército", ameaçou.

Em sua visita aos Estados Unidos, onde se encontrou com Donald Trump, presidente americano, Netanyahu também se reuniu com algumas famílias dos reféns em Washington. O premiê declarou haverá "boas notícias" em breve e que ações estão ocorrendo "discretamente".

"A lista foi encaminhada ao Hamas, já quanto a como eles decidirão quem será libertado na primeira fase, um acordo deve ser alcançado primeiro; só então o Hamas nos informará quem será incluído. A escolha nem sempre está em nossas mãos. Faremos tudo para garantir essa libertação da melhor maneira possível", disse Netanyahu.

Ansa - Brasil
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