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Estados Unidos

Hillary: ataque contra consulado na Líbia matou 2 ex-seals

14 set 2012 - 01h33
(atualizado às 01h51)
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Dois dos quatro americanos mortos no ataque de terça-feira contra o consulado dos Estados Unidos em Benghazi eram antigos membros do Navy Seal, o grupo de elite da Marinha dos EUA, informou nesta quinta-feira a secretária de Estado, Hillary Clinton.

A chefe da diplomacia americana confirmou a morte em Benghazi dos ex-seals Tyrone Woods e Glen Doherty, que chamou de veteranos militares condecorados que serviram os Estados Unidos "com honra e distinção".

Os outros dois mortos no ataque contra o consulado em Benghazi foram o embaixador americano na Líbia, Chris Stevens, e o especialista em informação Sean Smith.

"Nossas embaixadas não poderiam realizar seu importante trabalho no mundo sem o serviço e sacrifício de pessoas valentes como Tyrone e Glen", destacou Hillary.

Doherty, 42 anos, trabalhava para o Departamento de Estado em uma missão relacionada a mísseis antiaéreos portáteis na Líbia. O ex-soldado estava encarregado de buscar essas armas na Líbia, onde milhares delas desapareceram após a queda do ditador Muammar Kadafi.

No mês passado, Doherty explicou seu trabalho à rede ABC News, indicando que viajava por todo o país à procura dos mísseis que faltavam para sua destruição.

Woods serviu em várias missões no Iraque e Afeganistão, e trabalhou na proteção de representações diplomáticas na América Central e no Oriente Médio. "Tinha as mãos de um curandeiro e o braço de um guerreiro", disse Hillary.

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
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