Carteiro pergunta a policial se pode entregar carta no número 1415 na avenida Kaighn, onde o crime aconteceu. Antes de morrer, Chevonne Thomas, 33 anos, ligou para a polícia e disse que alguma coisa tinha acontecido com seu filho e "parecia que ela tinha feito isso", de acordo com Jason Laughlin, porta-voz da promotoria do Estado de Nova Jersey
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