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Em entrevista, Biden diz que considera Putin um 'assassino'

Políticos russos reagiram e disseram que fala é 'ataque' ao país

17 mar 2021 - 11h47
(atualizado às 12h02)
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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse em entrevista exclusiva à emissora "ABC News" nesta quarta-feira (17) que considera seu homólogo russo, Vladimir Putin, um "assassino" que "vai pagar" pelas tentativas de interferência nas eleições norte-americanas.

Biden disse que conhece bem Putin em entrevista nos EUA
Biden disse que conhece bem Putin em entrevista nos EUA
Foto: EPA / Ansa - Brasil

O jornalista George Stephanopoulos questionou o democrata sobre os documentos publicados um dia antes pela Inteligência de Washington, do qual o conteúdo já se sabia desde o ano passado, de que os russos tentaram atacar a imagem de Biden para favorecer seu rival, o ex-presidente Donald Trump, nas eleições de 3 de novembro.

"Ele vai pagar o preço. Nós tivemos uma longa conversa, ele e eu, quando nós.. eu conheço ele relativamente bem. E a conversa começou, eu disse, 'eu conheço você e você me conhece. Se eu estabelecer que isso ocorreu, então esteja preparado'", disse Biden.

Stephanopoulos, então, questionou que "se você conhece Vladimir Putin, você acha que ele é um assassino?". "Eu acho", respondeu rapidamente.

No entanto, o democrata reconheceu que é possível tratar com Moscou sobre assuntos de relevância para ambos, como ocorreu no caso da prorrogação de um acordo sobre armas nucleares recentemente.

Pouco após a veiculação da notícia, o presidente da Duma (Parlamento Baixo), Viaceslav Volodin, fez críticas a Biden e afirmou que "os ataques" contra Putin são "ataques contra o nosso país".

"Biden, com sua declaração, ofendeu os cidadãos do nosso país, é um histeria causada pela impotência. Putin é nosso presidente e os ataques contra ele são contra nós", disse o político à agência de notícias Sputnik.

O documento divulgado nesta terça-feira (16) confirmou as declarações dadas pelo então chefe de da Inteligência Nacional, John Ratcliffe, em outubro do ano passado, de que os governos da Rússia e do Irã tentaram interferir na disputa eleitoral de 2020, promovendo ataques contra a imagem de Biden e tentando minar a confiança dos cidadãos em seu processo democrático. .

Ansa - Brasil
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