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Cuba adverte que ação militar dos EUA causaria "banho de sangue" após reportagem sobre drones

18 mai 2026 - 11h41
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O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, ‌disse nesta segunda-feira que qualquer ação militar dos EUA contra Cuba levaria a um "banho de sangue" com consequências incalculáveis para a paz e a estabilidade da região.

Presidente cubano Miguel Díaz-Canel em Havana
 16 de abril de 2026    REUTERS/Norlys Perez
Presidente cubano Miguel Díaz-Canel em Havana 16 de abril de 2026 REUTERS/Norlys Perez
Foto: Reuters

"Cuba não representa uma ameaça", afirmou Díaz-Canel ⁠em um post no X.

Os comentários vêm na ‌sequência de uma reportagem do site Axios publicada no domingo, citando informações confidenciais, que dizia que ‌Cuba havia adquirido mais de ‌300 drones militares e discutido planos para ⁠usá-los para atacar a base naval dos EUA na Baía de Guantánamo, navios militares dos EUA e Key West, na Flórida.

O ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, em uma postagem separada, disse que ‌Cuba, "como todas as nações do mundo", tem o direito ‌à legítima autodefesa ⁠contra agressões ⁠externas, de acordo com a Carta da ONU e o ⁠direito internacional. Ele ‌também afirmou que aqueles ‌que buscam atacar Cuba usam pretextos falsos para justificar isso.

Cuba, inimiga comunista de Washington há gerações, está sob crescente pressão desde que os ⁠Estados Unidos cortaram seu fornecimento de energia após a prisão do presidente da então aliada Venezuela em janeiro. Nas últimas semanas, o combustível se esgotou e a eletricidade ‌está disponível apenas por uma ou duas horas por dia.

As tensões entre os dois países aumentaram muito ⁠nos últimos dias. A Reuters informou na semana passada, citando fontes do Departamento de Justiça dos EUA, que os promotores planejavam indiciar o ex-líder cubano Raúl Castro pelo abate de dois aviões operados pelo grupo humanitário Brothers to the Rescue em 1996.

Esse indiciamento de Castro, de 94 anos, marcaria uma grande escalada na pressão sobre Cuba por parte do governo Trump, que descreve o governo da ilha como corrupto e incompetente enquanto pressiona por mudanças.

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