Script = https://s1.trrsf.com/update-1790713512/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Mundo

Publicidade

Casos de Ebola no Congo ultrapassam 10 mil em meio a temores de disseminação mais ampla na África

27 out 2026 - 11h32
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
O surto de Ebola na República Democrática do Congo ultrapassou 10 mil casos e quase 4,9 mil mortes, tornando-se o maior da história do país e o segundo mais letal do mundo. Causada pela rara cepa Bundibugyo, a epidemia gera alerta internacional e temores de disseminação pela África, após registros recentes de contágio no Quênia e na Nigéria. Diante do avanço regional, países vizinhos como Uganda reforçam medidas preventivas, impondo quarentena a viajantes vindos do território congolês.

O número de casos confirmados ‌de Ebola na República Democrática do Congo ultrapassou 10.000, segundo dados divulgados pelo governo nesta terça-feira, um marco que coincide com os crescentes temores de que a epidemia possa se espalhar para mais países africanos.

O último relatório ⁠de situação do instituto de saúde pública do Congo ‌indicou que o número de casos chegou a 10.060, com o número de mortos pelo vírus atingindo 4.887.

O ‌surto, causado pela rara cepa Bundibugyo ‌do Ebola, foi anunciado em meados de maio ⁠e, desde então, tornou-se o maior e mais letal já registrado no Congo, superando a epidemia de 2018-2020.

Atualmente, é o segundo maior e o segundo mais letal já registrado, ficando atrás apenas do surto de Ebola ‌na África Ocidental de 2014 a 2016, que infectou mais ‌de 28.600 pessoas ⁠e matou ⁠mais de 11.000, principalmente na Guiné, na Libéria e em Serra Leoa.

Neste ⁠mês, o Quênia ‌registrou seu primeiro caso ‌e chegou a anunciar nove casos no total, depois que um homem que havia viajado do Congo passando por Uganda faleceu em Nairóbi.

Na semana passada, a ⁠Nigéria tornou-se o quarto país africano a registrar um caso de Ebola.

Autoridades de saúde têm procurado apurar como e onde a paciente — esposa de um diplomata suíço, que não havia viajado ‌para o Congo — contraiu a doença. O governo suíço afirmou que acredita-se que ela tenha contraído a doença ⁠em Uganda.

A mulher e seu marido foram transportados de avião para hospitais na Suíça na segunda-feira.

Uganda registrou 20 casos em maio e junho, a maioria importada do Congo, mas a Organização Mundial da Saúde declarou o país livre do Ebola em agosto.

Autoridades ugandenses afirmam que o país não tem nenhum caso de Ebola.

O ministro da Saúde de Uganda disse no domingo que os cidadãos ugandenses que retornassem ao país com histórico de viagem ao Congo ficariam em quarentena por 21 dias.

Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra