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'Algo bom pode estar acontecendo', diz Trump sobre Ucrânia

Presidente dos EUA mostrou otimismo a respeito de acordo

24 nov 2025 - 08h37
(atualizado às 08h44)
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou otimismo nesta segunda-feira (24) a respeito de um possível acordo entre Ucrânia e Rússia para colocar fim a uma guerra que já dura quase quatro anos.

Donald Trump e Volodymyr Zelensky em encontro na Casa Branca, em 18 de agosto
Donald Trump e Volodymyr Zelensky em encontro na Casa Branca, em 18 de agosto
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"Será mesmo possível que grandes progressos estejam sendo feitos nas negociações de paz??? Não acredite até ver, mas algo bom pode estar acontecendo", escreveu o mandatário na plataforma Truth Social.

Trump deu prazo até 27 de novembro para Kiev aceitar o plano de paz apresentado pela Casa Branca, porém, segundo a revista britânica The Economist, os EUA estudam estender o ultimato devido aos avanços nas negociações.

No último fim de semana, lideranças ucranianas e europeias realizaram articulações intensas com Washington para tentar tornar a proposta menos indigesta para Kiev, sobretudo na questão das cessões territoriais e do redimensionamento do Exército.

A proposta inicial americana estabelece que a Ucrânia deve ceder toda a região da Bacia do Don (Donbass), incluindo as províncias de Donetsk e Lugansk, à Rússia e limitar seu exército a 600 mil efetivos.

Além disso, prevê anistia para os dois países, impedindo que dirigentes russos sejam processados por crimes de guerra, e um pacto de não agressão entre Europa, Rússia e Ucrânia, determinando que todas as "ambiguidades" dos últimos 30 anos sejam consideradas "resolvidas".

O plano de Trump ainda fixa a realização de eleições para a sucessão do presidente Volodymyr Zelensky em até 100 dias após a assinatura do acordo e coloca a usina de Zaporizhzhia, maior central nuclear da Europa, sob supervisão da Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea), com a eletricidade distribuída igualmente entre Ucrânia e Rússia.

Nenhum soldado da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) seria enviado para o território ucraniano, enquanto Kiev abriria mão definitivamente de entrar na aliança militar. Em troca, a Ucrânia obteria "garantias de segurança" da Otan contra eventuais futuros ataques de Moscou.

Ansa - Brasil
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