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MC Da Flor tem celular levado no Centro do Rio e cria Vakinha para recuperar ferramenta de trabalho

Ativista comunitário, skatista e Mestre de Cerimônia, Godson Gomes usa o aparelho para produzir conteúdo e atuar na cultura, música e arte; campanha conta com apoio do parceiro Ademar Lucas Godson Gomes, conhecido como MC Da Flor, teve o celular levado na Rua do Rosário, no Centro do Rio de Janeiro

24 set 2026 - 14h43
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Resumo
O ativista comunitário e artista Godson Gomes, o MC Da Flor, lançou uma vaquinha online com meta de R$ 3.500 após ter seu celular levado no Centro do Rio de Janeiro. O aparelho era sua ferramenta essencial de trabalho na produção audiovisual e ações culturais. Apoiada por Ademar Lucas, a iniciativa busca arrecadar doações para a compra de um novo dispositivo, permitindo que o artista retome sua atuação profissional e comunitária.

Ativista comunitário, skatista e Mestre de Cerimônia, Godson Gomes usa o aparelho para produzir conteúdo e atuar na cultura, música e arte; campanha conta com apoio do parceiro Ademar Lucas

MC Da Flor tem celular levado e abre vakinha
MC Da Flor tem celular levado e abre vakinha
Foto: Vakinha / Vakinha

Godson Gomes, conhecido como MC Da Flor, teve o celular levado na Rua do Rosário, no Centro do Rio de Janeiro. Para quem trabalha com comunicação, produção audiovisual e articulação comunitária, o prejuízo vai além da perda de um aparelho: o celular era uma das principais ferramentas utilizadas pelo artista em seu trabalho.

Agora, uma mobilização busca ajudá-lo a comprar um novo aparelho e retomar as atividades. A campanha tem meta de R$ 3.500 e conta com o apoio do parceiro da iniciativa, Ademar Lucas.

"Levaram a minha ferramenta de trabalho, que é meu celular", conta Da Flor em um vídeo de agradecimento publicado durante a campanha.

Um celular que também era ferramenta de trabalho

Da Flor atua há anos em diferentes frentes da cultura e da comunidade. É skatista, Mestre de Cerimônia e trabalha com audiovisual, música e arte, utilizando sua presença nas ruas e sua comunicação para se conectar com outras pessoas.

Por isso, a perda do celular afetou diretamente sua rotina.

"Vocês estão me ajudando a continuar fazendo meu trampo. Levaram a minha ferramenta de trabalho, que é meu celular", afirma.

Segundo a descrição da campanha, o objetivo é arrecadar R$ 3.500 para a compra de um novo aparelho, permitindo que Da Flor volte a ter acesso a uma ferramenta necessária para sua comunicação e seu trabalho.

Mobilização para recuperar o aparelho

A campanha pede contribuições de diferentes valores e também o compartilhamento da história para ampliar o alcance da arrecadação.

No vídeo, Da Flor explica que o objetivo é voltar a produzir e atuar nas áreas em que já trabalha.

"Vocês estão me ajudando nessa campanha, que é voltar a ter o meu celular e continuar fazendo o meu trabalho audiovisual, na cultura, na música, na arte, pra comunidade."

A iniciativa também recebeu o apoio de Ademar Lucas, parceiro da campanha, que se juntou à mobilização para ajudar Da Flor a recuperar o equipamento.

"O mais importante é a sua vida"

Apesar do prejuízo, Da Flor faz questão de falar sobre aquilo que considera mais importante depois do episódio.

"O mais importante é a sua vida. Isso é realmente, família, o mais importante é a minha vida", diz.

Na sequência, ele relembra o local onde teve o celular levado e agradece às pessoas que estão contribuindo com a campanha.

"A minha gratidão é continuar vivo, continuar trabalhando."

Ao final, a mensagem é de continuidade:

"Vamos continuar. O bagulho é continuar na correria, estamos juntos."

A Vakinha busca alcançar R$ 3.500, valor destinado à compra de um novo celular para Da Flor. Quem não puder contribuir também pode ajudar compartilhando a campanha para que ela chegue a mais pessoas.

Vakinha
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